CINEDISTRI


 

COMPANHIA PRODUTORA E DISTRIBUIDORA DE FILMES NACIONAIS
Fundada em 1949 por Oswaldo Massaini, teve encerradas suas atividades
no início dos anos 1980, sendo substituída pela CINEARTE,
do produtor Aníbal Massaíni Neto (filho de Oswaldo Massaini)

A elaboração desta página se tornou possível graças à colaboração do
Sr. Aníbal Massaíni Neto e do Sr. Luiz Alberto Gavinho Lucas.

PECADO DE NINA - 1950 - Brasil / Rio de Janeiro - ... minutos - Drama - Preto e branco
Direção: Eurides Ramos
Companhia produtora: Cinelândia Filmes
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produtor: Alípio Ramos - Argumento J.B.Tanko - Fotografia: Hélio Barrozo Netto - Câmera: Odair J.Queiroz - Sonografia: Marcos Saliveros - Cenografia: Nicolas Lounine - Figurinos: Dulce Louzada - Montagem: Alberto Cruz - Música: Radamés Gnatali
Canções: "Um cantinho e você" (José Maria de Abreu e Jair Amorim) e "Canção de ninar" (Mário Queiroz)
Intérpretes: Fada Santoro, Cyll Farney, Sady Cabral, Renato Restier, Jurema Magalhães, Hortência Santos, Alzira Rodrigues, Orlando Guy, Pérola Negra, Roberto Font, Branca Mauá, Benito Rodrigues, Didi Reis, Mendonça Balsemão, Manoel Carriço
Sinopse:

TUDO AZUL - 1951 - Brasil / Rio de Janeiro - 80 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Moacyr Fenelon
Companhia produtora: Flama Produtora Cinematografica Ltda.
Companhia distribuidora: Unida Filmes / Cinedistri
Produtor: Moacyr Fenelon e Rubens Berardo - Produtor associado: Oswaldo Massaini - Assistente do produção: Tony França - Direção de produção: Mário del Rio - Assistente de direção: Henrique Pongetti - Roteiro e argumento: Henrique Pongetti e Alinor Azevedo - (a partir de "histórias" de Alinor Azevedo e Henrique Pongetti) - Adaptação cinematográfica: Alinor Azevedo - Fotografia: Mário Pagés - Assistente de fotografia: Sílvio Carneiro - Câmera: George Pessis - Fotografia de cena: Gertrud Lehrer - Cenografia: Nicolas Lounine - Assistente de cenografia: Victor Pablo Olivo - Montagem: Rafael Justo Valverde e Mário del Rio - Som: Luiz Braga Júnior - Assistente de som: Ercole Baschera - Coreografia: Lauro Silva - Música: Lindolfo G.Gaya - Anotador: Raimundo Higino
Números musicais:
"Maria Candelária" (Armando Cavalcanti e Klecius Caldas) com Blecaute; "Isto é baião" (....), com Carmélia Alves; "Estrela do mar" (Marino Pinto e Paulo Soledade) com Dalva de Oliveira e a Escola de Samba Império Serrano; "Eva" (Haroldo Lobo e Milton de Oliveira) com Marlene; "Dança da muleta" (Humberto Teixeira) com Emilinha Borba; "Mundo de zinco" (Nássara e Wilson Batista) com Jorge Goulart e o Regional de Dante Santoro;
"Deixa essa mulher chorar" (Sílvio Caldas) com Linda Batista; "Lata d'água" (Luiz Antônio e Jota Júnior) com Marlene; "Apanhador de papel" (Peter Pan e Afonso Teixeira) com Quatros Ases e Um Curinga; "Sassaricando" (Luiz Antônio, Zé Mário e Oldemar Magalhães) com Virginia Lane.
Intérpretes: Marlene (Maria Clara), Luiz Delfino (Ananias), Laura Suarez (Sofia), Milton Carneiro, Antônio Nobre, João Martins, Elias Kaiuca, Zizinha Macedo, Américo Taricano, Arnaldo Coutinho, Benito Rodrigues, Nogueira Sobrinho, Tony França, Maurício do Valle, Blecaute, Linda Batista, Dalva de Oliveira, Quatro Azes e um Coringa, Carmélia Alves, Emilinha Borba, Virgínia Lane, Dante Santoro e seu Conjunto, Escola de Samba Império Serrano, Jorge Goulart
Sinopse: História de Ananias, cujo sonho é ser um compositor de sucesso. Sente-se infeliz em casa e no trabalho: em uma tentativa de suicídio, chega a uma terra de flores, onde um mago lhe diz que é muito cedo para morrer. Ao despertar, tudo lhe irá bem, sobretudo pela lição aprendida. E recebe feliz o anúncio de que será pai pela quinta vez.
Observações: Em 2001 foi apresentada a cópia restaurada do filme, no 34º Festival de Cinema de Brasília.

RUA SEM SOL - 1953 - Brasil / Rio de Janeiro - 90 minutos - Drama - Preto e branco
Direção: Alex Viany
Companhia produtora: Brasil Vita Filmes
Companhia distribuidora: Unida Filmes / Cinedistri
Produção: Mário del Rio - Produtor associado: Oswaldo Massaini - Direção de produção: Murilo Lopes - Assistente de produção: Araken Campos e Duílio Mastroiani - Assistente de direção: Alberto Shatovsky, Raimundo Higino e Gilberto Martinho - Argumento (baseado numa idéia de Mário del Rio): Eduardo Borrás - Roteiro (baseado numa peça teatral de Alejandro Casona): Eduardo Borrás, Alex Viany e incorporando sugestões de Carlos Alberto de Souza Barros - Fotografia: Mário Pagés - Câmera: Sílvio Carneiro - Assistente de câmera: Guilherme Stamato - Cenografia: Alcebíades Monteiro Filho - Assistente de cenografia: Manoel Lopes - Sonografia: Amedeu Riva - Montagem: Rafael Justo Valverde, Mário del Rio, Alex Viany e Alberto Shatowsky - Música: Henrique Gandelman - Canções: Mário Lago, Henrique Gandelman, Américo Seixas, Chocolate e Lindolfo G.Gaya
Números musicais:
"Vida de bailarina" (Américo Seixas e Chocolate), com Ângela Maria e "Rua sem sol" (Mário Lago e Henrique Gandelman), com Ângela Maria (então Rainha do Rádio)
Intérpretes: Glauce Rocha (Marta), Carlos Cotrim (Nuno), Dóris Monteiro (Maria), Modesto de Souza (sr. Brito), Gilberto Martinho (Ruiz), Carlos Alberto (Fernando), Sérgio de Oliveira, Argentina Della Torre, Jacy de Oliveira, Jaime Marini, Ilídio Costa, Dary Reis, Vicente Marchelli, Jesus Ruas, Waldir Maia, Félix Batista, José Melo, Carlos de Souza, Artur Vargas Júnior, Líbera Reis, Ângela Maria, Ambrósio Fregolente, Arnaldo Coutinho, Ingrid Germer, Marlene Silva, Miriam Teresa, Félix Souza, Patrícia Lacerda, Selma Duval, Teresa Moura, Ivan Cláudio, Jefferson Dantas, Miguel Torres, Paulo Montel, Raimundo Higino, Vicente Marchelli, Maria Helena
Sinopse: Moça pobre que, além de encontrar dificuldade para se sustentar, precisa arranjar dinheiro para operar os olhos de uma irmã cega, é aliciada para a prostituição.
Observações: Drama com crítica social, claramente inspirado no néo-realismo italiano e no film noir norte-americano.
Prêmios: Melhor ator secundário (Carlos Cotrim), prêmio Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos, Rio de Janeiro, 1954; Melhor ator (Carlos Alberto) e roteiro (Alex Viany), prêmio "Sací", São Paulo, 1954; Melhor ator (Carlos Alberto), prêmio Governador do Estado de São Paulo, São Paulo, 1954; Melhor diretor e atriz (Glauce Rocha), 2º Festival de Cinema do Distrito Federal, Rio de Janeiro, 1954; Melhor ator secundário (Carlos Cotrim), revelação (Paulo Montel e Glauce Rocha) e edição (Mário del Rio), prêmio "O Índio", revista Jornal do Cinema, 1954.

CARNAVAL EM MARTE - 1955 – Brasil / Rio de Janeiro – ... minutos – Comédia – Preto e branco
Direção, produção e argumento: Watson Macedo
Companhia produtora: Watson Macedo Produções Cinematográficas
Companhia distribuidora: Unida Filmes / Cinedistri
Produtores associados: Anselmo Duarte e Roberto Acácio – Diretor de produção: Murilo Lopes – Gerente de produção: Elias Lourenço - Assistente de direção. Rafael de Oliveira – Roteiro: Watson Macedo, Alinor Azevedo, Leon Eliachar e Anselmo Duarte – Fotografia: Edgard Eichhorn e Giulio de Lucca – Câmera: Guilherme Stamato - Sonografgia: Alberto Viana – Cenografia: Gabriel Queiroz, Ayres Baldissara e Eudero Pacheco – Montagem: Watson Macedo e Anselmo Duarte – Assistente de montagem: Dickson Macedo e Geny Macedo - Coreografia: Nobert Nardone - Música: Alexandre Gnatalli - Estúdios: Brasil Vita Filme
Números musicais: "Água lava tudo" (Graça Batista);
"Enchente de maré" (Haroldo Bizarro); "Jogado fora" (Haroldo Lobo);
"Judas" (Jorge Gonçalves);
"Não vou morrer" (Milton OLiveira);
"Ninguém tem pena" (Mansueto Menezes);
"No Japão que é bom" (Paquito);
"Rio é amor" (Romeu Gentil);
"Se você pensar" (Rossini Pacheco);
"Tem nego bebo aí" (Waldemar Abreu);
"Tens que pensar" (Waldir Ferreira).
Intérpretes: Anselmo Duarte (Ricardo), Ilka Soares (Lídia), Violeta Ferraz (Petrolina), Humberto Catalano (Catarino), Pituca, Silva Filho (Chaveco), Zezé Macedo (Justina), Armando Couto, Pina Brunette, Oswaldo Elias, Walter Sequeira, Vicente Marchelli, Aracy Rosa, Carmen Déa, Frederico Schile, Roberto Acácio, Ângela Maria, LInda Batista, Carmen Costa, Emilinha Borba, Aracy Costa, Déo Maia, Jorge Goulart, Regina Flores, Virgínia Lane, Cauby Peixoto, Jorge Veiga, César de Alencar, Ruy Rey e sua orquestra, Bandeirante e seus Melódicos, Rei Tabajara do Brasil , Real Clube Escola Império do Frevo e Escola de Samba da Mangueira.
Sinopse: Os vôos espaciais dos americanos e russos, em moda na época, inspiraram esta chanchada.

ANGU DE CAROÇO - 1955 - Brasil / Rio de Janeiro - ... minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Eurides Ramos
Companhia produtora: Cinelândia Filmes
Companhia distribuidora: UCB-União Cinematográfica Brasileira / Cinedistri
Produção: Alípio Ramos - Gerente de produção: J.B.Tanko - Assistente de direção e montagem: Walter Peixoto - Argumento: Victor Lima - Fotografia, cenografia e sonografia. Hélio Barroso Neto - Música: Radamés Gnatalli
Intérpretes: Ankito, Anilza Leoni, Íris Delmar, Heloísa Helena, Manoel Vieira, Mara Abrantes, Carlos Duval, Consuelo Leandro, Adriano Reis, Alfredo Viviani, Amadeu Celestino, Orlando Drummond, Costinha, Agildo Ribeiro, Cid Moreira, Angelo Eric
Sinopse:

O REI DO MOVIMENTO - 1955 - Brasil / Rio de Janeiro - 86 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Victor Lima
Companhia produtora: Cinelândia Filmes
Companhia distribuidora: UCB-União Cinematográfica Brasileira / Cinedistri
Produção: Alípio Ramos - Produtor associado: Oswaldo Massaini - Assistente de produção: João Macedo - Assistente de direção: Tonio Rocha - Argumento e roteiro: Alípio Ramos e Victor Lima - Fotografia, montagem, sonografia e direção musical: Hélio Barrozo Netto - Assistente de fotografia: Waldomiro Guintzel - Cenografia: Ângelo Eric - Coreografia: Lídio Riva - Música: Radamés Gnatalli - Gravação: Continental Discos
Números musicais:
"Escuta" (Ivon Cury), com Ângela Maria;
"Francisco Alves" (Herivelto Martins e David Nasser), com Ângela Maria;
"Aí vem a marinha" (Moacyr Silva e Lorival Faissal), com Emilinha Borba e a Banda dos Fuzileiros Navais;
"Escurinha" (A.Passos e Geraldo Brina), com Ankito e Stela e suas cabrochas;
"Tudo é samba" (Herivelto Martins), com Blecaute e seu conjunto;
"Valsa de uma cidade" (Antônio Maria), com Lúcio Alves.
Intérpretes: Ankito, Janete Jane, Carlos Tovar, Margot Morel, Gilberto Martinho, Wilson Grey, Susy Kirby, Carlos Duval, Paulette Silva, Billy Davis, América Cabral, João Celestino, Grijó Sobrinho, Jesus Ruas, Wilson Viana, Orlando Drummond, Amadeu Celestino, Costinha, Zé Trindade, Eunice Costa, Jô Soares, Almeidoca (Fininho), Ângela Maria, Lúcio Alves, Emilinha Borba, Blecaute, Escola de Samba Unidos da Capela, Stela e suas Cabrochas, Jupira Maju e suas Pastoras, Banda dos Fuzileiros Navais, Ballet Lídio Riva
Sinopse: Clementino é um carteiro que não leva jeito para o trabalho e deve seis meses de aluguel atrasado. Enquanto entrega a correspondência numa relojoaria e capturado pelo Bandido Mascarado. Consegue fugir do cativeiro e acaba ajudando a polícia a capturar o bandido e sua gang, recebendo 500 mil cruzeiros de recompensa.
Observações: Estréia de Victor Lima como diretor, ex-roteirista das produções da Atlântida.

O DIAMANTE - 1955 - Brasil / Rio de Janeiro - ... minutos - Drama - Preto e branco
Direção: Eurides Ramos
Companhia produtora: Cinelândia Filmes
Companhia distribuidora: Cinedistri
Apresentação: UCB-União Cinematográfica Brasileira - Produtor associado: Oswaldo Massaini - Produção: Alípio Ramos - Assistente de Direção: Roberto Faria - Argumento: J.B.Tanko - Roteiro: Eurides Ramos e J. B. Tanko - Fotografia: Edgard Eichhorn - Cenografia: Nicolas Lounine - Som e montagem:Hélio Barrozo Netto - Música: Alexandre Gnatalli - Regência: Radamés Gnatalli
Intérpretes: Anselmo Duarte, Lídia Matos, Gilberto Martinho, Terezinha Amayo, José Policena, Sady Cabral, Jackson de Souza, Carlos Duval, Rodolfo Arena, Armando Braga, Armando Rosas, Costinha, Grijó Sobrinho, Cleonir Santos
Sinopse:
Prêmios: Melhor argumento (J.B.Tanko), 3º Festival de Cinema do Distrito Federal, Rio de Janeiro, 1955

SINFONIA CARIOCA - 1955 – Brasil / Rio de Janeiro – ... minutos – Comédia – Preto e branco
Direção, produção, argumento e roteiro: Watson Macedo
Companhia produtora: Watson Macedo Produções Cinematográficas
Companhia distribuidora: Unida Filmes
Apresentação: Cinedistri - Produtores associados: Alberto Laranja, Athayde Caldas e Elias Lourenço de Souza – Diretor de produção: Murilo Lopes – Assistente de direção: Ismar Porto e Dickson Macedo – Diálogos e cenografia: José Cajado Filho – Fotografia: Mário Pagés – Câmera: Afonso Viana - Montagem: Dickson Macedo – Som: Alberto Viana – Direção musical: Lírio Panicalli – Regência: Alexandre Gnatalli - Coreografia: Nobert Nardona e Lina de Lucca – Anotadora: Geni Macedo
Números musicais:
Intérpretes: Eliana Macedo (Susana), Anselmo Duarte (Ricardo), Afonso Stuart, Luísa Barreto Leite, Luís "Broadway" Ibañez, Sílvia Fernanda, Marco Aurélio, Werner Hammer, Zezé Macedo, Rodolfo Arena, Antônio Nobre, Paulo Montel, Bill Farr, Zezé Gonzaga, José Melo, Berta Loran, Helba Nogueira, Júlio Fabri, Edmundo Carijó, Sérgio de Oliveira, MAnon Godoy, Maria Helena, Walter Quinteiro, Martha Riess, Manoel Jorge, José Melo, Milton Leal, Francisco Moreno, Fernando Azevedo e sua orquestra, Raul de Barros e Grupo Brasileiro de Arte Popular
Sinopse:
Prêmios: Melhor filme e diretor, prêmio Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos, Rio de Janeiro, 1955; Melhor filme e diretor, 3º Festival de Cinema do Distrito Federal, Rio de Janeiro, 1955; Melhor coreografia (Lina de Lucca), prêmio
Governador do Estado de São Paulo, São Paulo, 1956.

FUZILEIRO DO AMOR - 1955 - Brasil / Rio de Janeiro / São Paulo - 100 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Eurides Ramos
Companhia produtora: Cinelândia Filmes
Companhia distribuidora: Cinedistri
Apresentação: Unida Filmes - Produção: Oswaldo Massaini - Produtores associados: Eurides Ramos e Alípio Ramos - Gerente de produção: J. B. Tanko - Assistente de direção: Hélio Costa - Argumento: Victor José Lima e Eurides Ramos - Roteiro: Victor José Lima - Fotografia: Edgard Eichhorn - Montagem: Hélio Barroso Neto - Cenografia: Guilherme Teixeira - Som: Thomaz Olenewa - Assistente de som: João Macedo e Hélio Costa - Música: Radamés Gnatalli
Números musicais:
"Adeus, querido" (Eduardo Patané e Floriano Faissal) com Ângela Maria;
"Dona do salão" (Conde e Elpídio dos Santos) com Mazzaropi;
"Isto é casamento" (Zé do Rancho) com Mazzaropi;
"Mambo havaiano" (Generoso) com Margot Morel e
"Trabalha, Mané" (José Luís e João da Silva) com Os Cangaceiros.
Intérpretes: Mazzaropi (José Ambrósio e Ambrósio José, gêmeos), Terezinha Amayo, Roberto Duval, Gilberto Martinho, Maria Belmar, Margot Morel, Hélio Ansaldo, Ângela Maria, Nick Nicola, Ricardo Luna, Pato Preto, Moacir Deriquém, Agildo Ribeiro, Wilson Grey, Francisco Dantas, Banda dos Fuzileiros Navais, Pedro Dias, Alberto Peres, Domingos Terras, João Péricles, Daniel Filho, Mário Campioli Júnior, Ingrid Frichtner, Francisco Colones, Os Cangaceiros, Nazareth Mendes, Luiz de Barros (Almirante)
Sinopse: Para conquistar a simpatia do pai de sua namorada, José Ambrósio (Mazzaropi) resolve se tornar fuzileiro naval. Antipatizado por um sargento, José Ambrósio entra em grandes confusões depois que, no mesmo quartel, se descobre que seu irmão gêmeo Ambrósio José é sargento. Confusões típicas para destacar o humor mazzaropiano.
Observações: Filmado na Companhia Escola do Corpo de Fuzileiros Navais, na Ilha do Governador (Rio de Janeiro)
Lançamento em São Paulo, em 20.04-1956; no Rio de Janeiro, em 20.08.1956. Disponível em vídeo.

DEPOIS EU CONTO - 1956 - Brasil / Rio de Janeiro - 105 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: José Carlos Burle
Companhia produtora: Watson Macedo Produções Cinematográficas
Companhia distribuidora: Unida Filmes / Cinedistri
Produção e direção de números musicais: Watson Macedo, José Carlos Burle, Anselmo Duarte e Oswaldo Massaini - Produtor associado: Mário Falachi - Direção de produção: Murilo Lopes - Gerente de produção: Roberto Faria - Assistente de direção: Anselmo Duarte e Berliet Júnior - Argumento: Alinor Azevedo, Berliete Júnior, José Carlos Burle e Anselmo Duarte - Roteiro: José Carlos Burle e Alinor Azevedo - Fotografia: Mário Pagés - Câmera: Carlos Nefa - Cenografia: Alcebíades Monteiro Filho - Assistente de cenografia: Fernando Pamplona - Montagem: Anselmo Duarte e José Carlos Burle - Sonografia: Spiros Saliveros - Coreografia: Helba Nogueira - Musicais: Watson Macedo - Assistente musical: Ismar Porto - Música: Lírio Panicalli - Regência: Léo Oerachi - Canções: Luiz Bonfá em sólo de violão e Waldir Calmon em sólo de piano - Estúdios: Brasil Vita Filme
Números musicais:
"Delicadeza" (Pedro Rogério e Lombardi Filho), com Ivon Cury;
"Obsessão" (Mirabeau e Milton de Oliveira), com Jorge Veiga;
"Exaltação à Mangueira" (Enéas Brittes da Silva e Aloysio Augusto da Costa), com Jamelão;
"Drama da favela" (Mirabeau e Milton de Oliveira), com Carmen Costa;
"Tudo é samba" (Herivelto Martins e Fernando Lobo), com Marion;
"Ninguém me ama" (Antônio Maria e Fernando Lobo), com Dercy Gonçalves;
"Onde está yayá" (Norival Reis e Zé Batista), com Grande Otelo e Dercy Gonçalves;
"Diz que tem" (Aníbal Cruz e Vicente Paiva), com Eliana Macedo;
"Turma do funil" (Mirabeau, Milton de Oliveira e Urgel de Castro), com os Vocalistas Tropicais;
"Araruta tem seu dia" (Luiz Antônio), com Dircinha Batista;
"Mundo artificial" (Luiz Soberano, Dário Rodrigues e Jorge Gonçalves), com Linda Batista;
"Anda Luzia" (Anicio Bichara e Aldacir Louro); com Alcides Girardi;
"Pra que tanto balanço" (Almanir Grego), com Eliana Macedo;
"Coisas do amor" (Waldir Rocha e Jorge Gonçalves), com;
"Quase" (Mirabeau e Jorge Gonçalves), com;
"Delicado" (Valdir Azevedo), com.
Intérpretes: Anselmo Duarte, Eliana Macedo, Ilka Soares, Dercy Gonçalves, Grande Otelo, Teófilo de Vasconcelos, Zé Trindade, Heloísa Helena, Humberto Catalano,Wilson Viana, Déa Selva, Domingos Terras, Walter Sequeira, José Melo, Iná Malagutti, Berliet Júnior, Carmem Costa, Linda Batista, Jorge Veiga, Dircinha Batista, Jamelão, Vocalistas Tropicais, Helba Nogueira, João Dias, Luiz Bonfá, Waldir Calmon e seu Conjunto, Marion, Fernando Azevedo e sua orquestra, Alcides Gerardi, Ivon Cury
Sinopse: Trabalhador num posto de gasolina, Zé da Bomba costuma passear em automóveis de luxo deixados no seu trabalho para passar por milionário, mas quem realmente se apaixona por ele é uma sua vizinha que sonha em ser artista.
Observações: O argumento do filme é levemente inspirado na vida de Ibrahim Sued, famoso colunista social da cidade do Rio de Janeiro.

QUEM SABE... SABE! - 1956 - Brasil / Rio de Janeiro - 80 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção e montagem: Luiz de Barros
Companhia produtora: Cinedistri
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produção: Oswaldo Sampaio - Produtor associado: Alípio Ramos e Eurides Ramos - Produtor executivo: Oswaldo Massaini - Gerente de produção: Oscar Nelson - Assistente de produção: João Macedo - Assistente de direção: Zélia Costa - Argumento e roteiro: Luiz de Barros e Alípio Ramos – Fotografia: Hélio Barrozo Netto – Câmera: Sílvio Carneiro e Waldomiro Quintzel - Assistente de câmera: Hélio Costa - Cenografia: Victor de Barros - Sonografia: Tony Olenewa – Música: Radamés Gnatalli - Canções: Miguel Gustavo
Números musicais:
"Porque voltei" (Haroldo Eiras e Victor Barbosa), com Ivan de Alencar;
"Não se avexe não" (Francisco Anysio e Haidée de Paula), com Dolores Duran e o bailarino Tito Willians;
"Baião português" (Murilo Caldas e Maria Fleury), com os Trigêmeos Vocalistas;
"Toada do beijo" (Nestor Campos e Elvio Viana), com Carminha Mascarenhas;
"Chiquita rubia" (Álvaro Paiva), com Margot Morel e Girls;
"Cabana de caboclo" (Faveredo Silva e José Alcides)
"General de umbanda" (Nelson de Oliveira)
Intérpretes: Violeta Ferraz (Madame Gertrudes), Humberto Catalano (Adonis), Ariston, Margot Morel (corista), Francisco Dantas, Íris Delmar, Barbosa Júnior, Oswaldo Elias, Wilson Grey, Nena Napoli, Geraldo Gambôa, Suely Rios, Benito Rodrigues, João Celestino, Dona Zizinha, Alzira Rodrigues, Pachequinho, a menina Vera Lúcia, Ivan de Alencar, Dolores Duran, Trigêmeos Vocalistas, Carminha Mascarenhas, Tito Willians
Sinopse: Cartomante trabalha com a ajuda de um irmão bisbilhoteiro, que espiona para ela a vida de suas consulentes.
Observações: Filmado no Estúdio Cinematográfico da TV-Rio.

O NOIVO DA GIRAFA - 1956 - Brasil / Rio de Janeiro - São Paulo - 92 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção, argumento, baseado numa história de Araldo Morgantini, e roteiro: Victor Lima
Companhia produtora: Cinelândia Filmes / Cinedistri
Copanhia distribuidora: Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Produtor associado: Alípio Ramos e Eurides Ramos - Direção de produção: Alípio Ramos - Assistente de produção: João Macedo - Assistente de direção: Oscar Nelson - Fotografia, montagem e corte: Hélio Barrozo Neto - Assistente de câmera: Hélio Costa - Sonografia: Marcelo Barbosa - Assistente de som: Paulo Roberto - Música: Radamés Gnatalli
Números musicais:
"Cabra Chico" (José Luís, Vivaldo Medeiros e Juca), com Mazzaropi;
"A saudade ficou" (música tradicional com texto de Alípio Ramos), com Mazzaropi;
"Chuva bendita" (Elpídio dos Santos e Conde), com Mazzaropi.
Intérpretes:Mazzaropi (Aparício), Glauce Rocha (Inesita), Nieta Junqueira (Xantipa), Roberto Duval (poeta), Manoel Vieira, Celeneh Costa, Francisco Dantas, Palmerim Silva, Arnaldo Montel, Benito Rodrigues, Joyce de Oliveira, Pachequinho, Armando Nascimento, Carlos Duval, Walter Moreno, Ferreira Leite, Waldir Maia, José Silva, Vera Lúcia, Zulmira Aguiar, João Macedo
Sinopse: Um pobre funcionário do Jardim Zoológico sofre, tanto no trabalho como na pensão onde mora, toda sorte de brincadeiras e humilhações, até que, por engano, um diagnóstico lhe dá apenas 15 dias de vida.
Observações: Filmado no Jardim Zoológico da Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro. Disponível em vídeo.

RIO FANTASIA - 1956 - Brasil / Rio de Janeiro - 115 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção, argumento e cenografia: Watson Macedo
Companhia produtora: Watson Macedo Produções Cinematográficas
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produção: Watson Macedo e Roberto Acário - Produtor associado: Oswaldo Massaini - Diretor de produção: Elias Lourenço de Souza - Assistente de produção: Roberto Faria e Rivanides Faria - Assistente de direção: Ismar Porto - Roteiro: Watson Macedo, Ismar Porto e Rivanides Faria - Fotografia: Mário Pagés - Câmera: Adolfo Paz Nogueira - Assistente de câmera: Gilberto Azevedo - Figurinos: Elia Medo de Souza - Montagem: Mauro Alice - Sonografia: Spiros Saliveros - Assistente de som e montagem: Rivanides Faria - Contra-regra: Álvaro Rocha - Coreografia: Helba Nogueira - Direção musical: Lírio Panicalli - Anotadora: Geny Macedo
Números musicais:
"Andorinha preta" (Breno Ferreira), com o Trio Irakitan e Eliana Macedo;
"Forró do Tianguá" (João Batista do Vale e Antonio de A... ), com o Trio Irakitan e Eliana Macedo;
"Ó Lia" (.....), com Trio Irakitan e Eliana Macedo;
"Quindins de Yayá" (Ary Barroso), com o Trio Irakitan e Eliana Macedo;
"Assim é o meu Rio" (Irany de Oliveira e Jair Amorim), com o Trio Irakitan;
"Salomé" (Mário Mascernhas), com João Dias;
"Adeus querido" (Eduardo Patané e Lourival Faissal), com Ângela Maria;
"Viva o músico" (Dorival Silva e Francisco Anizio), com o Trio Irakitan e Eliana Macedo;
"Adeus Batucada" (Synval Silva), com Eliana Macedo;
"Baião" (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga), com Eliana Macedo;
"Banda boa união" (Altamiro Carrilho), dançam Humberto Catalano, Madame Lou e um dos membros do Trio Irakitan;
"Sabão cri-cri" (autor desconhecido), com o Trio Irakitan;
Solo de piano (Waldir Calmon) e
Solo de violão (Luiz Bonfá).
Intérpretes: Eliana Macedo (Lia), John Herbert, Trio Irakitan, Renato Murce, Humberto Catalano, Madame Lou, Rosa Sandrini, Helba Nogueira, Zezé Macedo, Osvaldo Louzada, Ely Augusto, Francisco Moreno, Luiz Almeida, Ventura Ferreira, Álvaro Costa, Jairo Argileu, Arlindo Duarte, Guilhermo Natalice, José Melo, Álvaro Rocha, Margarida Lírio, Francisco Sartori, Francisco Siciliano, Mário Loureiro, Flora Almeida, Teresinha Magalhães, Ângela Maria, João Dias, Ina Malagutti, Armando Louzada, Margarida Ramos, Renée Bell, Gilberto Azevedo
Sinopse: Músicos nordestinos tentam a vida no Rio de Janeiro, enfrentando as dificuldades com música e alegria. Quatro músicos nordestinos - uma cantora (Eliana) e um trio masculino (Trio Irakitan) - vão tentar a sorte no Rio de Janeiro. Depois de muitas dificuldades, conseguem alcançar seu objetivo. Além da história em si mesma, o filme é um desfile de grandes sucessos da música popular brasileira, entre os quais se destacam, na interpretação de Eliana, canções que Carmen Miranda popularizou.
Observações: Realizado nos Estúdios Carmen Santos da Brasil Vita Filme S.A., no Rio de Janeiro.

RICO RI À TOA - 1957 - Brasil / Rio de Janeiro - 98 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Roberto Farias
Companhia produtora: Brasil Vita Filmes, S.A.
Companhia distribuidora: Unida Filmes / Cinedistri
Produtores associados: Roberto Farias e Cláudio Castilho - Diretor de produção: Rivanildes Faria - Assistente Geral: João Vale - Assistente de direção: Mozael Silveira - Fotografia: Juan Carlos Landini - Câmera: Gilberto Azevedo - Assistente de câmera: Reginaldo Faria - Roteiro e argumento: Roberto Farias e Rivanildes Faria - Montagem: Mauro Alice - Cenografia: Darcy Evangelista - Contra-regra: Arnobío de Carvalho - Sonografia: Celso Muniz - Assistente de som: José da Silva - Música: Sivuca - Laboratório: Lider Cinematográfica
Números musicais:
"Peba na pimenta" (João do Vale, José Batista e Adelino Rivera), com Marinês e sua gente;
"Zé da onça" (João do Vale, Abdias Filho e Adrian Caldeira), com Silvinha Chiozzo;
"Nota legal" (Adrian Caldeira e Airão Reis), com Silvinha Chiozzo;
"Samba" (Carolina Cardoso de Menezes);
"Tião" (Wilson Batista e Jorge Castro), com Dolores Duran;
"É samba" (Vicente Paiva, Luiz Iglezias e Walter Pinto), com Silvinha Chiozzo;
"Rio cidade encanto" (Taú Silva e Olavo Gomes);
"As cadeiras da nega" (Taú Silva);
"O que é café society" (Miguel Gustavo), com Jorge Veiga;
"Marabá no rock" (Irany de Oliveira), com a orquestra Marabá;
"Nancy" (Irany de Oliveira e Rotinaldo) e
"Casinha pequenina" (domínio público), com Violeta Ferraz.
Intérpretes: Zé Trindade, Violeta Ferraz, Silvinha Chiozzo, Armando Camargo, Ângelo Labanca, Arnaldo Montel, Oswaldo Louzada, Mozael Silveira, Tiririca, Evilázio Marçal, Roque da Cunha, Procopinho, Gilberto Azevedo, Herlon Pinto, Gordurinha, Domingos Terras, Armando Nascimento, Jaime Ferreira, Almeidinha, Hevelin Rio, Frederico Schlle, Jaime Filho, Miguel Alves, Wilson Hervolino, Scilla Mattos, Ita West, Clóvis Roberto, Yolanda Moura, Luiz Gilberto, Zezé Macedo, Apollo Corrêa, Zé Gonzaga, Jorge Veiga, Dolores Duran, Marinéz e sua gente, Ítalo
Sinopse: Chofer de praça ganha na loteria e sua vida se transforma - ou melhor, se transtorna. Como rico, ele se sente deslocado e passa por situações constrangedoras.
Observações: Comédia musical. Estréia de Roberto Farias como diretor, após um longo aprendizado como assistente de direção de Watson Macedo em comédias da Atlântida. Disponível em vídeo. Este vídeo faz parte do Selo comemorativo aos 50 anos de carreira do diretor.

METIDO A BACANA - 1957 - Brasil / Rio de Janeiro - 91 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: J. B. Tanko
Companhia produtora: Produções Cinematográficas Herbert Richers S.A. / Cinedistri
Companhia distribuidora: Sino Filmes / Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini e Herbert Richers - Direção de produção e assistente de montagem: Raimundo Higino - Gerente de produção: Oscar Nelson - Assistente de direção: Renato Restier - Argumento e roteiro: Victor Lima e J.B.Tanko - Fotografia: Amleto Daissé - Câmera: Jota Andrade - Montagem: Rafael Justo Valverde - Sonografia: Nelson Ribeiro - Cenografia: Alexandre Horvath - Direção musical: Haroldo Eiras - Orquestra: Maestro Gustavo Carvalho (Guaraná)
Intérpretes: Ankito (Anacleto/Hilário), Grande Otelo (Coalhada), Renato Restier (embaixador), Nelly Martins (Irene), Celeneh Costa, Wilson Grey (terrorista), Carlos Costa, Roberto Duval, Suely Toscano, Lourdes Ribeiro, Lina Nascimento, Francisco Dantas, Ângela Maria, Cauby Peixoto, Linda Batista, Dircinha Batista, Nelson Gonçalves, Jorge Veiga, Carlos Galhardo, Dora Lopes, Lourdes Rineiro, Lina Nascimento, Francisco Dantas, Chiquinho e sua orquestra, Gustavo Carvalho e sua Orquestra, Escola de Samba da Mangueira
Sinopse: Buscando o anonimato e a libertação do protocolo diplomático, o Príncipe de Araquilândia, em visita oficial ao Rio de Janeiro, troca de identidade com um pipoqueiro por um dia, dando origem a muita confusão.
Observação: Ankito "substitui" Oscarito na parceria com Grande Otelo. É um dos filmes da última fase da "chanchada".

ABSOLUTAMENTE CERTO - 1957 - Brasil / São Paulo - 95 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção, argumento e roteiro, a partir de uma história de Jorge Dória e Jorge Ilelli: Anselmo Duarte
Companhia produtora: Cinedistri
Companhia distribuidora: Unida Filmes / Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Diretor de produção: Camilo Sampaio - Assistente de produção: Samuel dos Santos - Assistente de direção: Glauco Mirko Laurelli e Sergio Tofani - Diálogos: Thalma de Oliveira - Fotografia: Chick Fowle - Câmera: Geraldo Gabriel - Assistente de câmera: Marcelo Primavera - Cenografia: Pierino Massenzi - Montagem: José Cañizares - Som: Boisdan Kostiw, Ernest Hack e Magassi - Coreografia: Ismael Guisze - Música e orquestração: Enrico Simonetti - Continuidade: Norberto Nathe - Estúdios: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Números musicais:
"Jura" (Sinhô-J.B.Silva), com Dercy Gonçalves;
"Não tenho lágrimas" (Maximiliano Bulhões e Milton de Oliveira), com Nilton Rezende;
"Agora é cinza" (Alcebíades Barcellos e Armando Vieira Marçal), com o Trio Irakitan;
"Enrolando rock" (Betinho e Heitor Carillo), com Betinho e conjunto;
"Quando eu digo" (Billo Frómeta), com Odete Lara;
"Zezé" (Humberto Teixeira e Caribé da Rocha), com o Trio Irakitan e Lyris Castellani e
"Onde estou" (Hervé Cordovil e Vicente Leporace), com Almir Ribeiro.
Intérpretes: Anselmo Duarte (Zé do Lino), Dercy Gonçalves (Dona Bela), Odete Lara (Odete), Aurélio Teixeira (Raul), Maria Dilnah (Gina), José Policena (pai de Zé do Lino), Carlos Costa (Tonéco), Luiz Orioni (Aurélio Campos), Jayme Barcellos (Capanga), Luciano Gregory (Luciano Rinaldi), Ambrósio Fregolente (pai de Raul), Marina Freire (grã-fina), Sérgio de Oliveira (Túlio), José Mercaldi (porteiro), Murilo de Amorim Correia, Edson França (1º revisor), Medeiros Filho (2º revisor), Teotônio Pereira da Silva (televisinho), Cecy Pinheiro (televisinha), Suzi Pinheiro (mulher de Luciano), Dorita Duarte (secretária), Ernani Conti (1º tipógrafo), Estanislau Furman Filho (2º tipógrafo), Cavagnole Neto (3º tipógrafo), Pedro Luiz (locutor esportivo), Nelson de Oliveira ( locutor da boate), Henrique de Paula ( 1º lutador), Arnaldo Galdi (2º lutador), Jamil Maida (3º lutador), Almir César, Esdras Vassalo, Ovídio Cunha Lobo, Valentino Guzzo, Mário Benvenutti, Adalberto Maciel, Moacir Melo, Mário Can, Franklin de Oliveira, Paulo Vítor, Celso Garcia, Itamar Borges, Marthus Mathias, Betinho e seu conjunto, Trio Irakitan, Lyris Castellani, Almir Ribeiro, Nilton Rezende, Ismael Guizer Ballet, participação especial de Paulo de Jesus (campeão brasileiro de boxe),
Sinopse: Rapaz sabe de cor toda a lista telefônica da cidade de São Paulo, participa de um programa de perguntas e respostas e vê sua vida virar de cabeça para baixo.
Observações: Primeiro filme de Anselmo Duarte como diretor.
Prêmios: Melhor Roteiro (Anselmo Duarte) e compositor (Enrico Simonetti), prêmio Saci, São Paulo, 1957. Melhor ator e roteiro (Anselmo Duarte), prêmio Governador do Estado de São Paulo, São Paulo, 1957. Disponível em vídeo.

DE PERNAS PRO AR - 1957 - Brasil / Rio de Janeiro - ...minutos - Comédia - Preto e branco
Diretor, argumento e roteiro: Victor Lima
Companhia produtora: Produções Cinematográficas Herbert Richers S.A. / Cinedistri
Companhia distribuidora: Sino Filmes / Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Produtor associado: Herbert Richers - Gerente de produção: Alexandre Fuchs - Assistente de produção: Raimundo Higino e João Macedo - Assistente de Direção: Oscar Nelson - Fotografia: Amleto Daissé - Câmera: Leon Varsano - Cenografia: Victor Lima e Antônio Eckart - Montagem: Rafael Justo Valverde - Sonografia: Nelson Ribeiro - Assistente de som: José Moreira Frade - Direção musical: Haroldo Eiras - Música: Lírio Panicalli
Números musicais:
"Melodia do Meu Bairro" (Dorival Caymmi), com Emilinha Borba;
"Lapa" (Benedito Lacerda e Herivelto Martins), com Nelson Gonçalves;
"Favela" (Roberto Martins e Valdemar Gomes), com a Orquestra Tabajara de Severino Araujo;
"Nono Mandamento" (René Bitterncourt e Raul Sampaio), com Cauby Peixoto;
"De Pernas Pro Ar!" (...), com Renata Fronzi;
"Navio da Folia" (...), com Renata Fronzi e ainda
"Tan Solito" (...), com a voz de Bienvenido Granda.
Intérpretes: Ankito, Grande Otelo, Renata Fronzi, Paulo Gracindo, Renato Restier, Darcy Coria, Costinha, Wilson Grey, Fininho, Roberto Duval, Otelo Zelloni, Jorge Murad, Ricardo Luna, Joel Vaz, João Péricles, Procopinho, Moacyr Deriquén, Jô Soares, Jaime Ferreira, Arrepiado, Emilinha Borba, Nelson Gonçalves, Cauby Peixoto, Severino Araújo e sua Orquestra Tabajara
Sinopse:

O BARBEIRO QUE SE VIRA - 1957 - Brasil / Rio de Janeiro - 90 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Eurides Ramos
Companhia produtora: Cinelândia Filmes
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produção: Alípio Ramos - Produtor associado: Oswaldo Massaini - Assistente de produção: João Macedo - Assistente de direção: Oscar Nelson - Argumento e roteiro: Victor Lima - Fotografia e montagem: Hélio Barrozo Netto - Câmera: Hélio F.Costa - Cenografia: Nicolas Lounine - Assistente de cenografia: Gabriel Queiroz e Irineu Fernández - Assistente de montagem: George Traverso - Sonografia: Alberto Viana - Assistente de som: Irineu Fernández - Microfones: Gabriel Queiroz - Música: Radamés Gnatalli
Números musicais:
"Quadrilha, polca e rancheira" (Radamés Gnatalli);
"Moça bonita" (Vicente Amar) com o Trio Nagô;
"Acorrege a prenúncia" (Gilvan Chaves e Alcir Pires Vermelho) com o Trio Nagô;
"Magia" (Lirio Panicalli e Raymundo Lopes) com Jorge Goulart;
"Muito bem" (Manoel Ferreira e Antônio Mojica) com Arrelia e Berta Loran;
"Dançando maxixe no salão" (Getulio Macedo e Lourival Faissal) com Eliana Macedo;
"É prá casá" (Álvaro Xavier), com o Trio Nagô.
Intérpretes: Waldemar Seyssel (Arrelia), Eliana Macedo, Paulo Goulart, Ambrósio Fregolente, Carlos Tovar, Terezinha Amayo, Berta Loran, Grace Moema, Roberto Duval, Jackson de Souza, Alfredo Viviani, Ferreira Leite, Armando Nascimento, Pato Preto, Domingos Terras, Palmeirim Silva, Grijó Sobrinho, Walter Sequeira, Amadeu Celestino, Altair Vilar, Wilson GRey, Branca Rosa, DAlva Barbosa, Elza Lobato, Neide Martins, Suely Toscano, João Macedo, Nicolino Cupelo, Trio Nagô, Jorge Goulart
Sinopse: Barbeiro, o quebra-galhos da região, ajuda um casal apaixonado perseguido pelo tutor da moça. Paródia à ópera "O barbeiro de Sevilha", cujos números musicais com Jorge Goulart e Trio Nagô recriam bem o clima da época.

A BARONESA TRANSVIADA - 1957 - Brasil / Rio de Janeiro - 100 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção e produção: Watson Macedo
Companhia produtora: Watson Macedo Produções Cinematográficas
Companhia distribuidora:Unida Filmes / Cinedistri
Produtores associados: Oswaldo Massaini, Alberto Laranja e Athayde Caldas - Direção de produção: Elias Lourenço de Souza - Assistente de produção: José Figueiredo - Assistente de direção: Ismar Porto - Argumento: Francisco Anysio e Watson Macedo - Roteiro: Watson Macedo e Ismar Porto - Fotografia: Mário Pagés - Câmera: Adolfo Paz González - Assistente de câmera: Gilberto Azevedo - Cenografia: Eolo C.Moura - Assistente de cenografia: Eudoro Pacheco e Joaquim Azevedo - Montagem: Mauro Alice - Sonografia e gravação: Spiros Saliveros - Assistente de som: Joaquim Azevedo - Adereços: Álvaro Rocha e Eudoro Pacheco - Música: Lírio Panicalli - Anotadora: Geny Macedo - Estúdios: Brasil Vita Filmes
Números musicais:
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Intérpretes: Dercy Gonçalves (Gonçalina / baronesa), Grande Otelo (Benedito), Humberto Catalano (Ambrósio), Badaró (Neco), Zaquia Jorge (Suely Borel), Otelo Zelloni (Guillermo Masseratti), Bill Farr (Eduardo), Aída Campos (Marisa), Francisco Dantas (Juvaldo), Rosa Sandrini (Celina), Lourdes Bergman (Zuleica), Domingos Terra (Claudionor), Armando Nascimento (médico), Renato Consorte (advogado), Vicente Marchelli (Francisco), Apolo Correia (Sinval), Tiririca (Otoniel), Francisco Martorelli (mordomo), Antônio Nobre, Lindberg Leite (homem da casa de penhores), Irismar Motta, Sílvio Fernando, Helena Martins, Patrícia Laura, Índia do Brasil, Álvaro Costa, Francisco Siciliano, Jota Viana, Pedro Farah, Luiz Almeida, Ventura Ferreira, Átila Iório, Guilhermo Natalice, Marly Almeida, Arly Roncatto, José Melo, Edair Badaró, Lourdes Ribeiro, Sílvio Júnior, Irany de Oliveira e seu conjunto Marabá
Sinopse: Uma manicure herda uma fortuna que lhe permitirá realizar o seu sonho de se tornar uma grande esstrela cinematográfica, realizando um filme carnavalesco que a consagrará como grande intérprete.

COM JEITO VAI (SOLDADOS DO FOGO) - 1957 - Brasil / Rio de Jeneiro- 100 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção e roteiro: J. B. Tanko
Companhia produtora: Produções Cinematográficas Herbert Richers S.A. / Cinedistri
Companhia distribuidora: Sino Filmes / Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini e Herbert Richers - Diretor de produção: Herbert Richers - Assistente de direção: Renato Restier - Argumento: Berliet Júnior e Renato Restier - Fotografia: Amleto Dassié - Câmera: Leon Varsano - Assistente de câmera: Alberto Mejia - Cenografia: Alexandre Horvath - Assistente de cenografia: Aires Baldissera - Acessorista(contra-regra): Alexandre Alencastro e Artur Leão - Adereços: Agostinho Teixeira dos Santos - Montagem: Rafael Justo Valverde - Assistente de montagem e anotador: Oscar Nelson - Sonografia: Nelson Ribeiro - Assistente de som: José Moreira Frade - Microfones: Agostinho Rodrigues - Direção musical: Haroldo Eiras - Orquestração: Lírio Panicalli
Números musicais:
"Canção noturna" (Sebastião Gomes);
"A cara do pai" (Pedro Rogério e Lombardi Filho);
"Com jeito vai" (João de Barro);
"Melodia do céu" (Haroldo Eiras);
"Mentirosa" (Rutinaldo e Moacyr Silva);
"Smiling Eyes" (Haroldo Eiras)
Cantores: Emilinha Borba, Cauby Peixoto, Ivon Cúri, Nancy Montez, Renato Restier
Intérpretes: Carequinha (recruta 1313), Fred (recruta 1001), Grande Otelo (cosinheiro feijão), Renato Restier (sargento Paulo), Anilza Leoni (Ângela), Roberto Duval (sargento Braza), Costinha (cabo Tripa), Procopinho capitão médico), Malu Maia (Malú), Perpétuo Silva (comandante), Celeste Aída (Clodoalda), Jaime Ferreira, Nancy Montez (vedete), Armando Nascimento, Rodolfo de Carvalho, Altair Vilar, Chiquinho, Antônio Batista Nabor, Maria Muniz, Miriam Rony, Emilinha Borba, Cauby Peixoto, Ivon Cury
Sinopse: Confusões, amores, ciúmes, trapalhadas de todo tipo e música no ambiente de um corpo de bombeiros.

UMA CERTA LUCRÉCIA - 1957 - Brasil / São Paulo - 80 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Fernando de Barros
Companhia produtora: Companhia Cinematográfica Serrador
Companhia distribuidora: Unida Filmes / Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Produtor associado: Florentino Llorente - Diretor de produção: Camilo Sampaio - Assistente de direção: Maurício Nabuco - Roteiro: Fernando de Barros e José Cañizares - Argumento e diálogo: Talma de Oliveira - Fotografia: Mário Pagés - Assistente de fotografia e foco: Geter Costa - Câmera: Adolfo Paz González - Assistente de câmera: Giorgio Atilli - Cenografia: Pierino Massenzi - Assistente de cenografia: José Dréos - Contra-regra: Darcy Gonçalves Pinto - Figurinos: Osvaldo Mota - Montagem: José Cañizares - Sonografia: Juarez Dagoberto da Costa - Coreografia: Ismael Guizer - Assistente de coreografia: Abelardo Figueiredo - Direção musical e orquestração: Enrico Simonetti - Anotadora: Helena Cruz - Estúdios: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Números musicais:
"No meio da noite" (Aluizio Figueiredo e José Marques da Costa);
"Evocação" (Nelson Ferreira);
"Aquela criatura" (Henricão-Henrique da Costa e José da Rita);
"Meu amor, meu problema" (Osmar Navarro);
"A dança do Funiculi" (Benedito Lacerda e Herivelto Martins);
"Bamboleio de Ya-yá" (José de Oliveira), com o Trio Marayá.
Números musicais com Lyris CAstelani, Agnaldo Rayol, Nilton Rezende, Trio Marayá, Henricão e Escola de Samba.
Intérpretes: Dercy Gonçalves (Lucrécia), Aurélio Teixeira (César), Odete Lara (Júlia), José Parisi (Aragão), Ana Maria Nabuco (Cosetta), Luciano Gregory (Maquiavel), Eugênio Kusnet (Alexandre), Walter Stuart (Magicus), Labiby Mady (Madame Trejoli), Maurício Nabuco (Leonardo), Mauro Mendonça (Michele), João Alfredo Audi, Estanislau Furlan, Valentino Guzzo, Nelson Mengarelli, Angelo Pio Buonafina, Américo Taricano, Vitor Antônio Mastrorosa, Henrique de Paula, Rafael Fernandes, Eugênio Montesano, Iolanda Cardoso, Joana d'Arc, Ruth Prado, Miriam Pércia, Agnaldo Rayol, Nilton Rezende, Trio Marayá, Henricão e sua Escola de Samba, Ballet Ismael Guizer, Raul Severo, Lyris Castelani
Sinopse: Uma concorrente ao concurso de fantasias do Baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro sonha, numa segunda-feira de carnaval, que é a própria Lucrécia Bórgia... o que permite uma leitura carnavalesca da história...
Em seus sonhos, humilde costureira transforma a história de Lucrécia Borgia numa divertida comédia musical.
Prêmios: Melhor fotografia (Mário Pagés) e cenógrafo (Pierino Massenzi), prêmio Associação Brasileira dos Cronistas Cinematográficos, Rio de Janeiro, 1957; Melhor fotografia (Mário Pagés) e cenógrafo (Pierino Massenzi), prêmio Saci, São Paulo, 1957; Melhor cenografia (Pierino Massenzi) e edição (José Cañizares), prêmio Governador do Estado de São Paulo, São Paulo, 1957.

CHICO FUMAÇA - 1957 - Brasil / Rio de Janeiro - São Paulo - 96 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção, roteiro e cenários: Victor Lima
Companhia produtora: Cinelândia Filmes / Cinedistri
Companhia distribuidora: Unida Filmes / Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Produtor associado e argumento: Alípio Ramos - Assistente de produção: João Macedo - Assistente de direção: Oscar Nelson - Diretor de som, fotografia e montagem: Hélio Barrozo Neto - Assistente de câmera: Hélio Costa - Cenografia: Irineu Fernandes - Acessorista(contra-regra): Alexandre Alencastro - Sonografia: Albertro Vianna - Coreografia: Tito Williams - Trilha: Radamés Gnatalli
Números musicais:
"Onde ela mora" (Getúlio Macedo e Lourival Faissal) com Cauby Peixoto;
"Saudade da Bahia" (Dorival Caymmi) com o Trio Nagô;
"Nova ilusão" (Luiz Bittencourt e José Menezes) com Neusa Maria;
"Agora é cinza" (Alcebíades Barcelos e Armando Vieira Marçal) com Mara Abrantes;
"Linda flor" (Henrique Vogeler, Luiz Peixoto e Marques Porto) com Zezé Gonzaga
"Toca sanfoneiro" (...), com Mazzaropi
Intérpretes: Mazzaropi (Chico Fumaça), Nancy Montez (Verinha Vogue), Carlos Tovar (Doutor Japércio Limoeiro), Wilson Grey (Didu, assessor do dr. Limoeiro), Celeneh Costa (Inocência), Roberto Duval (Prefeito), Grace Moema (Dona Marcelina), Joyce de Olivieira (esposa do doutor Limoeiro), Arnaldo Montel (Raposo),Suzy Kirby (turista americana), Grijó Sobrinho (Maestro da banda), Domingos Terras (Sr. Elias), Cazarré Filho (cabo eleitoral), Carlos Costa (Honório Honorato), Amadeu Celestino (Vice-prefeito), Moacir Deriquén, Altair Vilar, José Silva, Ferreira Leite, Generoso, Chiquinho, Carlos Henrique
Sinopse: Tranqüilo caipira passava suas tardes vendo os trens passarem. Um dia evita, com o risco da própria vida, um acidente ferroviário: torna-se herói, entra para a política, consegue conquistar todas as mulheres do mundo... Vai para a cidade grande, onde esquecerá sua terra e seu primeiro grande amor.
Observações: Disponível em vídeo.

ALEGRIA DE VIVER - 1957 - Brasil / Rio de Janeiro - 88 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção e produção: Watson Macedo
Companhia produtora: Watson Macedo Produções Cinematográficas
Companhia distribuidora: Unida Filmes / Cinedistri
Produtores associados: Oswaldo Massaini, Alberto Laranja e Athayde Caldas - Direção de produção: Elias Lourenço de Souza - Assistente de produção: José Figueiredo - Assistente de direção: Ismar Porto - Argumento e roteiro: Ismar Porto e Watson Macedo - Diálogos: Francisco Anysio - Fotografia: Mário Pagés - Câmera: Adolfo Paz González - Foco: José dos Santos Rosa - Cenografia: Watson Macedo e Eolo C.Moura - Montagem: Mauro Alice - Sonografia: Spiros Saliveros - Microfones: Aníbal Santos - Contra-regra: Álvaro Rocha - Música: Maestro Cipó - Anotadora: Geny Macedo - Continuidade: Geny Azevedo - Estúdios: Brasil Vita Filmes
Números musicais:
"I hate square things" (Carlos Imperial e Roberto Elias Reis e Silva) com Eliana Macedo;
"So happy" (Carlos Imperial e Alberto de Castro), com Augusto César Vanucci;
"Rock for Lili" (Carlos Imperial e Alberto de Castro) com Augusto César Vanucci;
"O baião do negrinho" (Airton Ramalho) com Trio Irakitan e Eliana Macedo;
"Senhorita" (Tito Madi) com Ivon Cury;
"Voltei pro morro" (Vicente Paiva e Luís Peixoto), com Eliana Macedo e
"Disseram que voltei americanizada" (Vicente Paiva) com Eliana Macedo.
Intérpretes: Eliana Macedo, John Herbert, Afonso Stuart, Yoná Magalhães, Anabella, Sérgio Murillo, Augusto César Vanucci, Sérgio Tenius, Pedro Farah, Índia do Brasil, Antônio Nobre, Margarida Reis, Jordete Ferreira, Conrado Freitas, Waldir Nunes, Luís Almeida, Margarida Lírio, Jefferson Júnior, Uldarico Barreto, Maria de Souza, Alberto de Castro, Bruno Tausz, Carlos di Mello, Maria José, Cila Machado, Ruy de Santa Marta Piquet, Trio Irakitan, Ivon Cury, Roberto Carlos, Carlos Melo, Carlos Imperial
Sinopse: Gilberto, amante do Jazz, é obrigado pelo patrão a conhecer sua filha, Elizabeth. Mas ela é uma garota independente, que não tem o mesmo gosto pela música que o pai, e não quer ir ao encontro. No seu lugar manda sua prima, uma garota sem graça. Sem querer, Gilberto e Elizabeth acabam se apaixonando por outras vias.
Observações: Atente para a pontinha do menino Roberto Carlos, então com 17 anos de idade, participa como porteiro de cinema. Estréia da atriz Yoná Magalhães no cinema.

É DE CHUÁ! - 1957 - Brasil / Rio de Janeiro - 100 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Victor Lima
Companhia produtora: Produções Cinematográficas Herbert Richers S.A. / Cinedistri
Companhia distribuidora: Sino Filmes / Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Produtor associado: Herbert Richers - Direção de produção: J. B. Tanko - Assistente de produção: Oscar Nelson e João Macedo - Assistente de direção: Renato Restier - Argumento e roteiro: Victor Lima, J. B. Tanko e Renato Restier - Diálogos adicionais: Haroldo Barbosa e Sérgio Porto - Fotografia: Mário Pagés - Câmera: Leon Varsano - Cenografia: Alexandre Horvath - Montagem: Rafael Justo Valverde - Sonografia: Alberto Viana - Assistente de som: Nelson Ribeiro - Direção musical: Haroldo Eiras
Números musicais:
"Mulheres da terceira dúzia" (João de Barro e Antônio Almeida), com Emilinha Borba;
"Fanzoca de rádio" (Miguel Gustavo), com Fred & Carequinha;
"Aula de amor" (Klécius Caldas e Armando Cavalcanti), com Bill Farr;
" A volta do boêmio" (Adelino Moreira), com Nelson Gonçalves;
"Cola no corpo" (Norival Reis, Alberto Rego e Ruy Rey), com Ruy Rey e sua orquestra;
"Topada" (Jota Júnior e Oldemar Magalhães), com Dircinha Batista;
"Qual é o caso?" (Jorge de Castro e Erasmo Silva), com Linda Batista;
"Sempre Mangueira" (Antônio Nássara, Wilson Batista e Jorge de Castro), com Jorge Goulart;
"Madureira chorou" (Carvalhinho e Júlio Monteiro), com Joel de Almeida;
"Eu sou o tostão" (Pedro Caetano e Geraldo Serafim), com Neusa Maria;
"Não quero mais" (Jamelão, Mário Parafuso e Jabá), com Jamelão;
"Maria Xangai" (Ibrahim Sued, Alcir Pires Vermelho e Mário Jardim), com Agostinho dos Santos;
"Você é demais" (Sebastião Gomes e Braga Filho), com Gilberto Alves;
"Chegou a hora" (Luís Soberano e Anísio Bichara), com Carlos Augusto;
"Adeus, Mangueira" (Herivelto Martins e Grande Otelo), com Trio de Ouro.
Intérpretes: Grande Otelo, Ankito, Renata Fronzi, Renato Restier, Bill Farr, Costinha, Zezé Macedo, Carlos Costa, Malu Maia, Duarte de Morais, Pedro Dias, Fininho, Léa de Almeida, Chiquinho e sua orquestra, Emilinha Borba, Fred & Carequinha, Nelson Gonçalves, Ruy Rey, Dircinha Batista, Jorge Goulart, Joel de Almeida, Neusa Maria, Linda Batista, Jamelão, Agostinho dos Santos, Gilberto Alves, Carlos Augusto, Trio de Ouro
Sinopse: Dupla de ladrões tenta se passar por grã-finos para roubar uma coleção de jóias durante uima festa, mas se envolve com escola de samba.
Observações: Típica comédia carnavalesca dos anos 50, apresentando os grandes nomes do rádio e da música brasileira da época.

A GRANDE VEDETE - 1957 - Brasil / Rio de Janeiro - 97 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção e produção: Watson Macedo
Companhia produtora: Cinedistri
Companhia distribuidora:Unida Filmes / Cinedistri
Produtor associado: Oswaldo Massaini - Direção de produção: Elias Lourenço de Souza - Assistente de produção: Arnóbio de Carvalho - Assistente de direção: Ismar Porto - Argumento e diálogos: Watson Macedo e Ismar Porto - Roteiro: Watson Macedo e José Cajado Filho - Fotografia: Mário Pagés - Câmera: Adolfo Paz González - Still: Osvaldo Oliveira - Cenografia: Watson Macedo e Eolo C.Moura - Figurinos: Osvaldo Mota - Montagem: Watson Macedo e Mauro Alice - Contra-regra: Álvaro Rocha - Sonografia: Spiros Saliveros - Microfones: Riva Amedeo - Coreografia: Edmundo Carijó e Bambi - Música: Lírio Panicalli - Anotadora: Geny Macedo - Estúdios: Brasil Vita Filmes
Números musicais:
"Meu amor" (Danilo Bastos e Vicente Paiva);
"Saias curtas" (Lírio Panicalli e Lamartine Babo);
"Tome Polka" (José Maria de Abreu e Luís Peixoto);
"Valsa de uma cidade" (Ismael Neto e Antônio Maria) e
"Não me importa saber" (Edson França e João Costa Neto).
Intérpretes: Dercy Gonçalves (Janete), John Herbert (Paulo), Humberto Catalano (Ambrósio), Marina Marcel (Vilma), Zezé Macedo (Fifina), Ferreira Leite (ensaiador), Francisco Moreno (emissário da embaixada), Domingos Terra (chefe de claque), Terezinha Magalhães (1ª corista), Luiza Camargo (2ª corista), Sylvio Júnior (chefe de montagem), Roque da Cunha (fotógrafo), Sérgio Murilo (rapaz das flores), Álvaro Costa (1º cavalheiro), José Melo (2º cavalheiro), Luiz Almeida (3º cavalheiro), Almeidinha (garçom camarada), Lindberg Leite (médico), Roberto Piragine (1º garçom), Heitor Dias (anunciador da embaixada), Aldo Nélio (coreógrafo), José Mafra (domador de serpentes), José Soares (velho fã), Valdyr Nunes (bilheteiro), Antônio Garcia (porteiro), Frederico Schiller (maestro), César de Andrade (lider de claque)
Sinopse: A repetida e triste história do artista que envelhece: Janete, a grande vedete, não percebe que já não pode representar certos papéis. Mas, ao assumir com grande dignidade a nova situação, descobre, com surpresa, que o público a ama.

O CAMELÔ DA RUA LARGA - 1958 - Brasil / Rio de Janeiro - 82 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção e produtor associado: Eurides Ramos
Companhia produtora: Cinelândia Filmes / Cinedistri
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini e Alípio Ramos - Gerente de produção: João Macedo - Assistente de direção: Renato Restier - Argumento: Francisco Anysio e Zé Trindade - Roteiro: Victor Lima - Fotografia e montagem: Hélio Barrozo Netto - Sonografia: Alberto Viana - Cenografia: Alcebíades Monteiro Filho - Figurinos: Pedro Ivan - Contra-regra: Alexandre Alencastro - Coreografia: Helba Nogueira - Direção musical e orquestração: Radamés Gnatalli
Números musicais (dirigidos por Hélio Barrozo Neto):
"Ouça" (Maysa), com Maysa;
"Fantasia internacional" (Vicente Paiva e Meira Guimarães), com Julie Joy;
"O que é que Copacabana tem" (Vicente Paiva e Meira Guimarães), com Eloína;
"Escultura" (Adelino Moreira e Nelson Gonçalves), com Nelson Gonçalves.
Intérpretes: Zé Trindade, Maria Vidal, Nancy Wanderley, Zezé Macedo, Renato Restier, Eloína, Humberto Catalano, Mara di Carlo, Allan Lima, Armando Nascimento, Rodolfo Arena, Rosa Sandrini, Agnaldo Rocha, Virgínia Moreira, Rafael Pellegrini, Miriam Moema, Virgínia da Conceição, João Péricles, Wilson Grey, Terezinha Amayo, Maysa, Julie Joy, Nelson Gonçalves
Sinopse: Vicente é um camelô que vive fugindo do rapa e da dona da pensão onde mora, que não paga há oito meses. Sua noiva Aurora é outra preocupação, pois está querendo se casar. Um dia durante uma briga numa boite, cai em suas mãos uma bolsa cheia de dinheiro.

NA CORDA BAMBA - 1958 - Brasil / Rio de Janeiro - 92 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Eurides Ramos
Companhia produtora: Cinelândia Filmes / Cinedistri
Companhia distribuidora: Unida Filmes / Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Produtor associado: Alípio Ramos - Assistente de produção: João Macedo - Assistente de direção: Roberto Duval - Argumento: Arnaldo Morgantini - Roteiro: Alinor Azevedo e Eurides Ramos - Fotografia, montagem e direção de números musicais: Hélio Barrozo Netto - Assistente de câmera: Hilton Borges - Cenografia: Alcebíades Monteiro Filho - Assistente de cenografia: Gabriel Queiroz - Figurinos: Dulce Louzada - Contra-regra: Alexandre Alencastro - Sonografia: Alberto Viana - Coreografia: Helba Nogueira - Música e orquestração: Radamés Gnatalli
Números musicais:
"Já ando cheio" (Jairo Simões e Renato Mendonça);
"Viver é cantar" (Vicente Paiva e Meira Guimarães), com Elizete Cardoso e Monsueto Manezes e
"As melindrosas" (Radamés Gnatalli e Meira Guimarães).
Intérpretes: Waldemar Seyssel (Arrelia), Zé Trindade, Ema D’Ávila, Roberto Duval, Íris Delmar, Wilson Grey, Terezinha Amayo, Moacir Deriquén, Solange França, Benito Rodrigues, Marilene Silva, Rodolfo Arena, Grijó Sobrinho, Lélia Verbena, Ferreira Leite, João Péricles, Elizete Cardoso, Monsuelo Menezes, Walter D'Ávila e suas melindrosas
Sinopse: Um afinador de pianos é contratado para prestar um importante serviço e acaba encontrando uma jóia valiosa capaz de colocá-la na maior enrascada.

QUEM ROUBOU MEU SAMBA? - 1958 - Brasil / Rio de Janeiro - 82 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção, roteiro e diálogos: José Carlos Burle
Companhia produtora: Cinedistri
Companhia distribuidora: Unida Filmes / Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Produtor associado: Alípio Ramos e Eurides Ramos - Direção de produção: Alípio Ramos - Assistente de produção: Oscar Nelson e João Macedo - Assistente de direção: Roberto Ribeiro - Argumento e adaptação cinematográfica: Alípio Ramos e José Carlos Burle, inspirado em um show de Silveira Sampaio - Fotografia, câmera, som, montagem e direção de números musicais: Hélio Barrozo Netto - Assistente de câmera: Hilton Borges - Cenografia: Nicolas Lounine - Figurinos: Rivan e Dulce Louzada - Sonografia: Alberto Viana - MIcrofones: Moacyr Guerra - Coreografia: Helba Nogueira - Contra-regra: Roberto Machedo - Música e orquestração: Radamés Gnatalli - Estúdos: Cinelândia Filmes
Números musicais (dirigidos por Hélio Barrozo Netto):
"Eu vim morar no Rio" (Hianto de Almeida e Francisco Anísio)com o Trio Irakitan;
"Poesia das favelas" (Janine Perez e A. Ramos) com Ângela Maria;
"Chaminé de barracão" (Mansueto e José Batista) com Marlene;
"Cara bonita" (José Rosa, João de Oliveira e Oswaldo Santos) com Jorge Veiga;
"Maçã da tentação" (Nelson Castro e José Batista) com Virgínia Lane ;
"Figurão" (Germano Mathias e Doca) com Germano Mathias;
"Não vou perdoar" (Almeidinha, Elias Cortês e Severino de Oliveira) com Marion;
"Você foi porque quis" (Armando Cavalcanti, Klécius Caldas e Braguinha) com Venilton Santos;
"Onde estará meu amor" (Lina Pesce) com Marisa e
"Não tem castigo" (Vicente Paiva) com Ankito.
Intérpretes: Ankito (Leovigildo), Maria Vidal (dona Aurora), Nancy Wanderley (enfermeira Yolanda), Aurélio Teixeira (Secundino), Pituca (Terrinha), Humberto Catalano (Tancredo), Darcy Coria (Gilda), Francisco Dantas (doutor Ranulfo), Chuvisco (Atanazio), Wilson Grey (doente do leito nº 34), Zé Bacurau (1º compositor), Vavá (2º compositor), Rolando Queirol (enfermeiro), Sônia Lancellotti (enfermeira), Evelyn (enfermeira de plantão), Martin Francisco (Liborio), Aguinaldo Rocha (1º capanga), Perácio (2º capanga), Washington (3º capanga), Armando Ferreira (português dono do botequim), Chiquinho (botequineiro), Paulo Copacabana (Blequinho), Carlos Mello (chofer), Maria Lúcia (secretária da gravadora), Zildemar (secretário do doutor Ranulfo), Trio Irakitan, Ângela Maria, Marlene, Jorge Veiga, Virginia Lane, Germano Mathias, Marion, Venilton Santos, Marisa
Sinopse: Um samba é vendido ao mesmo tempo a duas gravadoras, dando origem a mil peripécias e correrias.
Observações: Comédia musical que, desde o ponto de vista do humor, procura revelar certos aspectos pouco honestos do mundo da indústria da música, com autorias de canções vendidas/compradas.
Prêmios: Melhor ator secundário (Aurélio Teixeira), prêmio Saci, São Paulo, 1959.

CALA A BOCA, ETELVINA - 1958 - Brasil / Rio de Janeiro - 87 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Eurides Ramos
Companhia produtora: Cinedistri / Cinelândia Filmes
Companhia distribuidora: Unida Filmes / Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Produtor associado: Alípio Ramos e Eurides Ramos - Direção geral de produção: Alípio Ramos - Assistente de produção: João Macedo - Assistente de direção: Oscar Nelson - Argumento, roteiro e adaptação cinematográfica, com base na peça homônima de Armando Gonzaga: Eurides Ramos e Victor Lima - Diálogos: Victor Lima - Fotografia, montagem e direção de números musicais: Hélio Barrozo Netto – Assistente de câmera: Hilton Borges - Cenografia: Nicolau Lounine - Som: Alberto Viana – Assistente de som: Agostinho Rodrigues - Contra-regra: Alexandre Alencastro - Coreografia: Helba Nogueira - Direção musical e orquestração: Radamés Gnatalli - Estúdios: Cinelândia Filmes
Números musicais:
"Cachito" (Consuelo Velázquez - versão brasileira de A. Bourget), com Emilinha Borba;
"Atiraste uma pedra" (Herivelto Martins e David Nasser), com Nelson Gonçalves;
"Fantasia nordestina" - Arranjo musical de Vicente Paiva sobre motivos de "Baião" de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira e da melodia folclórica do nordeste "Muié Rendera", com Jackson do Pandeiro, Almira e coro;
"Meu romance com Laura" (Jayro Aguiar), com The Golden Boys e
"Tequila" (Chuck Rio), com Sylvio Mazucca e sua orquestra.
Intérpretes: Dercy Gonçalves (Etelvina), Manoel Vieira (Macario), Humberto Catalano (Liborio), Paulo Goulart (Adelino), Mara di Carlo (Zulmira), Sarah Nobre (Emilia), Zezé Macedo (Pancracia), Grace Moema (Ernestina), Otelo Zeloni (Paquito-vendedor de flores), Sônia Lancellotti (sobrinha de Etelvina), Olindo Dias (pai de Etelvina), João Péricles (1º cobrador), Carlos Costa (2º cobrador), Aguinaldo Rocha (1º assaltante), Wilson Grey (2º assaltante), Grijó Sobrinho (chofer), Virgínia Moreira (lavadeira), Azelita Ivantes (lavadeira), Ita Wester (lavadeira), Emilinha Borba, Nelson Gonçalves, Jackson do Pandeiro, Almira, The Golden Boys, Sylvio Mazucca e sua orquestra
Sinopse: A empregada assume o lugar da patroa que, instigada pela mãe, abandona o marido. A empregada é Etelvina (Dercy Gonçalves)... o que significa um filme cheio de situações engraçadas, cuja finalidade é apenas divertir o espectador.

MORAL EM CONCORDATA - 1959 - Brasil / São Paulo - 95 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção e argumento: Fernando de Barros
Companhia produtora: Cinematográfica Brasil Filmes / Cinedistri
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produtor: Antônio Pereira de Almeida - Produção: Abílio Pereira de Almeida e Fernando de Barros - Gerente de produção: Samuel dos Santos - Roteiro, a partir da peça teatral homônima de Abílio Pereira de Almeida: Carlos Alberto de Souza Barros, Abílio Pereira de Almeida, Fernando de Barros e José Cañizares - Fotografia: Rudolph Icsey - Câmera: George Pfister - Assistente de câmera: Geter Costa - Foco: Geter Costa - Sonografia: Juarez Dagoberto Costa - Cenografia: Pierino Massenzi - Figurinos: Denner - Edição e montagem: José Cañizares - Música: VIctor Simonsen - Narrador: Rubens de Falco - Anotador: Ludgero Azevedo - Estúdios: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Número musical:
"Mais brilho nas estrelas" (Aloysio Figueiredo e Nelson Figueiredo), canta Morgana.
Intérpretes: Odete Lara, Maria della Costa, Jardel Filho, Benjamin Catan, Ilema de Castro, Sebastião Campos, Armando Bogus, Felipe Carone, Diana Morel, Elza Rian, João Restiff, Lima Neto, Lúcia Carvalho, Olga Maria, Orlando Dorsa, Pedro Paulo Hatheyer, Morgana
Sinopse: Duas irmãs vivem de maneiras diferentes. Uma delas torna-se amante de um industrial. A outra, honesta, conforma-se em viver modestamente, mas o horrível temperamento do seu marido torna-lhe esse padrão de vida cada vez mais difícil.
Prêmios: Melhor ator (Pedro Paulo Hatheyer), prêmio Saci, São Paulo, 1959. Melhor diretor, atriz (Odete Lara) e fotografia (Rudolph Icsey), prêmio Governador do Estado de São Paulo, São Paulo, 1959. Melhor edição (José Cañizares), prêmio Cidade de São Paulo, Júri Municipal de Cinema, São Paulo, 1959.

MINERVINA VEM AÍ! - 1959 - Brasil / Rio de Janeiro - 93 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Eurides Ramos
Companhia produtora: Cinelândia Filmes / Cinedistri
Companhia distribuidora: Unida Filmes / Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Produtor associado: Alípio Ramos e Eurides Ramos - Diretor geral de produção: Alípio Ramos - Assistente de produção: João Macedo - Roteiro e argumento: Eurides Ramos e Victor Lima, a partir da peça teatral "O poder das massas", de Armando Gonzaga - Fotografia e montagem: Hélio Barrozo Netto - Câmera: Antônio Gonçalves - Cenografia: Benedito Macedo - Assistente de cenografia: Wilson Monteiro - Sonografia: Antônio Smith Gomes - Coreografia: Helba Nogueira - Música: Alexandre Gnatalli - Anotadora: Arlete Lester - Estúdios: Atlântida Cinematográfica
Números musicais:
"Deusa do asfalto" (Adelino Moreira), com Nelson Gonçalves;
"Adeus, América" (Haroldo Barbosa e Geraldo Jacques), com o Trio Irakitan;
"Apito no samba" (Luiz Bandeira - Luiz Antônio), com o Trio Irakitan;
"Aurora analfabeta" (Waldeck Arthur de Macedo e Nascimento Gomes), com Jorge Veiga;
"Chá-chá-baby" (Luiz Rico), com orquestra.
Intérpretes: Dercy Gonçalves (Minervina), Magalhães Graça (Pereira), Zezé Macedo (dona Melita), Norma Blum (Nini), Humberto Catalano (Demócrito), Cataldo (doutor Barbosa), Luiz Carlos (Alberto), Rosa Sandrini (Francisca-cosinheira), Cézar Viola (juiz de paz), Wilson Grey (senhor Pimenta), Grijó Sobrinho (Horácio), Carlos Costa (Gentil Paz), Armando Ferreira (Gonçalves-padeiro), Pedro Farah (marinheiro americano), Evelyn Rio (Aurora), Josué Morais (escrivão), Nelson Gonçalves, Trio Irakitan, Jorge Veiga
Sinopse: A empregada de uma família nobre decadente cai nas graças de um homem simples mas rico. Por equívoco, pensa-se que a paixão desse homem rico é pela sobrinha da velha senhora nobre. Depois de muitas confusões, ele se casa com Minervina, a empregada, que se torna milionária enquanto seus ex-patrões entram em total decadência.

DONA XEPA - 1959 - Brasil / Rio de Janeiro - 87 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Darcy Evangelista
Companhia produtora: Cinelândia Filmes / Cinedistri
Companhia distribuidora: Unida Filmes / Cinedistri
Produtor associado: Alípio Ramos e Eurides Ramos - Produção: Oswaldo Massaini - Produtor executivo: Eurides Ramos - Gerente de produção: Guido Martinelli - Assistente de produção: João Macedo - Assistente de direção: Ismar Porto - Roteiro e argumento: Darcy Evangelista e Alípio Ramos, com base na peça teatral homônima, de Pedro Bloch - Fotografia e montagem: Hélio Barrozo Netto - Câmera: Antônio Gonçalves - Assistente de câmera: Hilton Borges - Foco: Giorgio Travesso - Sonografia: Antônio Smith Gomes - Cenografia: Wilson Monteiro - Coreografia: Helba Nogueira - Música: Alexandre Gnatalli - Regência: Radamés Gnatalli - Anotadora: Arlete Lester - Estúdios: Atlântida Cinematográfica
Números musicais:
"Balada triste" (Dalton Vogeler e Esdras Silva), com Agostinho dos Santos;
"Core 'ngrato" ou "Cuore ingrato" (Cardillo-Cordiferro ), com Alexandre Beluci;
"Brasileirinho" (Waldir Azevedi e Pereira Costa), com Dupla Chuvisco e
"Tenho aparelho" (Danton Vogeler, Efdraf Silva, Pedro Bloch, S.Cardilo e Waldir Azevedo), com Colé Santana.
Intérpretes: Alda Garrido, Kilo Nello, Odete Lara, Colé Santana, Zezé Macedo, Herval Rossano, Cilo Costa, Glória Cometh, Fernando Pereira, Nair Amorim, Willy Keller, Francisco Dantas, Elizabeth Horn, Arnaldo Montel, Aguinaldo Rocha, Patrícia Laura, Benito Rodrigues, Maria Amado, Edmés Cavalcanti, Zizinha Macedo, Rodolfo Carvalho, Zilma Fechó, Albérico Garrido, Moacir Deriquén, Alfredo Bessa, Helba Nogueira, Miguel Carrano, Paulo Copacabana, Perácio Santos, Ventura Ferreira, Zé Bacurau, Dupla Chuvisco, Agostinho dos Santos, Alexandre Beluci
Sinopse: Dona Xepa é a quitandeira que sonha em ver seu filho cientista alcançar o sucesso.

MARIA 38 - 1959 - Brasil / Rio de Janeiro - 90 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção, produção, cenografia, adaptação cinematográfica e montagem: Watson Macedo
Companhia produtora: Watson Macedo Produções Cinematográficas / Cinedistri
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produtor associado: Oswaldo Massaini - Direção geral de produção: Elias Lourenço de Souza - Assistente de produção: Almeirinha - Gerente de produção: Roberto Machado - Assistente de direção: Ismar Porto - Assistente do diretor: Geraldo Miranda - Argumento: Ismar Porto - Roteiro: Ismar Porto e Watson Macedo - Fotografia: Amleto Daissé - Assistente de fotografia: Mário Pagés - Câmera: Afonso Viana - Assistente câmera: Ugo Lombardi e Konstantin Tkaczenko - Foco: Hilton Ferr.Borges - Cenografia: José Santana - Assistente de montagem: Dickson e Geny Macedo - Sonografia: Celso Muniz - Assistente de som: Francisco da Costa - Música: Lírio Panicalli
Números musicais:
"Na subida do morro" (Moreira da Silva), com Moreira da Silva.
Intérpretes: Eliana Macedo (Maria 38), John Herbert (Chico-guarda civil), Marinho (Marinho-garoto), Afonso Stuart Gustavo-o tio), Annabela (Aninha-irmã de Marinho), Herval Rossano (Henrique-chofer da família), Zilka Salaberry (Eugênia-a tia), Roberto Duval (Eurico - sub-chefe da gang), Augusto Cézar Vanucci (Boquinha - o malandrão da gang), Francisco Dantas (o mordomo), Angelito Mello (o comissário), Nena Napoli (Lêda pé de porco), Sérgio Varnowsky (Bucutú - da gang), Aguinaldo Rocha (Cardoso-ajudante do comissário), Zé Bacarau (cabaret), Paulo Copacabana (guarda civil-amigo de Chico), Chiquinho (cozinheiro), Alberto de Castro (Beto-dançarino), Nair Campos Motta (capoeira), Índia do Brasil (empregada), Peracio Santos (leão de chácara), Carlos Arthur (amigo de Beto), Moreira da Silva, Roberto Machado, Luiza Camargo, Dedé Pinheiro
Sinopse: Uma vigarista, integrante de uma banda de delinqüentes, é designada para, empregando-se como babá, preparar o seqüestro de uma criança. Tomada de amores pelo garoto, ela tenta alterar o projeto de seus cúmplices, mas o menino é seqüestrado. Presa, ela é depois inocentada, contribuindo para um final feliz para o garoto e para ela mesma também.
Prêmios: Melhor ator secundário (Augusto César Vanucci), prêmio Associação Brasileira dos Cronistas Cinematográficos, Rio de Janeiro, 1959.

DONA VIOLANTE MIRANDA - 1959 - Brasil / São Paulo - 75 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Fernando de Barros
Companhia produtora: Cinedistri
Companhia distribuidora:Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini e Abílio Pereira de Almeida - Produtor geral de produção: Antônio Pereira de Almeida - Assistente de produção: Nelson Duarte - Argumento e diálogos: Abílio Pereira de Almeida, a partir de sua peça teatral homônima - Roteiro e adaptação cinematográfica: Abílio Pereira de Almeida, Fernando de Barros e José Cañizares - Fotografia: Ugo Lombardi - Assistente de câmera: Gether Costa - Cenografia: Pierino Massenzi - Montagem: José Cañizares - Contra-regra: Manoel Ribeiro - Som: José Maellaro - Música: Aloysio de Oliveira - Continuidade: Tereza Campos - Estúdios: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Intérpretes: Dercy Gonçalves (dona Violante), Odete Lara (Josette), Marina Freire (Boneca), Fernando Baleroni (Tonico), Célia Coutinho (Rosita e filhinha), Elísio de Albuquerque (Polidoro), Celso Faria (Gastão), Mauro Mendonça (coronel Firmino), Labibe Mady (dona Gaby), Mércia Cardeal (Rosita criança), João Restife (cabo), Alberto Prado (prefeito), Odavlas Peti (jovem médico), Nadir Rocha (Zaza), Leonor Bruno (Santinha), Manoela Arriegas (portuguesa), Giedre Valeika (Lulu), Marina Mônaco (Lolo), Ivani de Oliveira (Fifi), Elza Rian (Marli)
Sinopse: Comédia com veleidades de crítica social: a ex-prostituta que ascende socialmente em oposição a uma família da burguesia rural decadente.
Observações: Filmado nos estúdios da Companhia Cenamatográfica Vera Cruz em São Bernardo do Campo, no estado de São Paulo.

TITIO NÃO É SOPA - 1959 - Brasil / Rio de Janeiro - 83 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Eurides Ramos
Companhia produtora: Cinedistri
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Produtores associados: Eurides Ramos e Alípio Ramos - Diretor geral de produção: Alípio Ramos - Assistente de produção: João Macedo - Argumento, roteiro e diálogos, com base na peça teatral "Titio não é sopa" (também conhecida como "Aí vem a Aurora", "Seu Gregório chegou", "Espírito de porco" e "Amigo da onça", de Henrique Marques Fernandes: Eurides Ramos e Victor Lima - Fotografia, montagem e direção de números musicais: Hélio Barrozo Netto - Câmera: Antônio Gonçalves - Assistente de câmera: José Assis Araújo - Cenografia: Wilson Monteiro e Benedito Macedo - Som: Antônio Gomes - Coreografia: Helba Nogueira - Contra-regra: Vinício Silva - Música: Radamés Gnatalli e Vicente Paiva - Anotadora: Arlete Lester - Estúdios: Altântida Cinematográfica
Números musicais:
"Quero beijar-te as mãos" - guarânia (Arcênio de Carvalho e Lourival Faissal) com Anísio Silva;
"Mamãe eu quero" - fantasia (Jararaca - Arranjo de Vicente Paiva e José Calazans, com orquestração de Pachequinho) com Eliana Macedo;"Baiano burro nasce morto" (Waldeck Artur de Macedo) com Gordurinha e Mário Tupinambás.
Intérpretes: Procópio Ferreira (Gregorio), Eliana Macedo (Verinha), Ronaldo Lupo (Luiz), Herval Rossano (Paulo), Nancy Montez (Julie), Afonso Stuart (Amaro), José Policena (engenheiro), Grace Moema (Emengarda), Zélia Guimarães (Isaltina), Sônia Morais (Aurora), Rafael de Carvalho (Azevedo), Paulo de Carvalho (Gaspar), Grijó Sobrinho (o vizinho), Angelito Mello (Paranhos), Delfim Gomes (pedreiro), Azelita Ivantes (Beatriz), Luiz Mazzei (garçom), Chiquinho (garçom)
Sinopse: A velha história do tio velho e ranzinza que adora mulheres.

AS PUPILAS DO SENHOR REITOR - 1959 - Brasil / São Paulo e Portugal / Lisboa - 100 minutos - Drama - Colorido (Anascope)
Direção e roteiro (adaptação da obra homônima de Júlio Diniz): Perdigão Queiroga
Companhia produtora: Cinedistri (São Paulo) / .... (Lisboa)
Companhia distribuidora:Cinedistri
Produtores associados: Oswaldo Massaini, Anselmo Duarte e Francisco de Castro - Adaptação brasileira: Anselmo Duarte e Miguel Torres - Assistente de direção: Almeida Santos - Fotografia (Eastmancolor) e câmera: João Moreira - Fotografia de cena: João Martins - Guarda-roupa: Museu de trajes regionais de Viana do Castelo e Atelier Paiva - Cenografia: Mário Costa - Montagem: Carlos Coimbra - Sonografia: Carlos Foscolo e Bohdan Kostiw - Música: Belo Marques
Números musicais:
"A canção das vindimas",
"A canção da cabreira",
"Vira da desfolhada",
"Desgarrada" e
"Vira final".
Intérpretes: Anselmo Duarte (Daniel), Marisa Prado (Margarida), Isabel de Castro (Clara), Américo Coimbra (Pedro), Silva Araújo (reitor), Antônio Silva (João da esquina), Raul de Carvalho (José das Dornas), Humberto Madeira (doutor João Semana), Maria Cristina (Joana), Elvira Velez (Teresa), Alina Vaz (Francisquinha), Raul Solnado (sacristão), Eugênio Salvador (barbeiro), Bibi Ferreira
Sinopse: Transcrição cinematográfica do romance de Júlio Diniz: os amores, as paixões das irmãs Margarida e Clara e dos irmãos Pedro e Daniel.

EU SOU O TAL - 1960 - Brasil / Rio de Janeiro - 85 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Eurides Ramos
Companhia produtora: Cinedistri
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Produtores associados: Eurides Ramos e Alípio Ramos - Assistente de produção: João Macedo - Gerente de produção: Valença Filho - Diretor geral de produção: Eurides Ramos - Assistente de direção: Roberto Machado - Argumento, roteiro e diálogos: Eurides Ramos e Victor Lima - Fotografia, montagem e direção de números musicais: Helio Barrozo Netto - Câmera: Afonso Viana - Assistente de câmera: José Pires - Contra-regra: Eurico de Almeida - Foco: José (Gordurinha) - Cenografia: Jiri Dusek - Som: Alberto Viana - Música: Radamés Gnatalli - Estúdios: Cinelândia Filmes
Números musicais:
"Entrevero no Jacá" (Danilo de Castro e Barbosa Lessa) com The Golden Boys;
"Lua de mel" (Bruno Marrat e Ary Monteiro) com Silvinha Chiozzo;
"Cow-boys" (domínio público) com Chuca Chuca e;
"Nasal sensual" (Juca Chaves), com Juca Chaves.
Intérpretes: Vagareza (Belizário), Jorge Murad (Salomão), Mara di Carlo (Therezinha-namorada de Belizário), Daniel Filho, Valença Filho, Dilma Cunha, Marlene Barros (pensionistas do Salomão), Jurema Magalhães (atriz de rádio e novela), Grace Moema (atriz de rádio e novela), Pedro Dias (diretor de rádio), Farnetto (assistente do diretor de rádio), Carlos Costa (ator de rádio e novela), Aguinaldo Rocha (cobrador), Nancy Wanderley (médica psiquiatra), Francisco Anizio (médico psiquiatra), Magalhães Graça (diretor de teatro), Terezinha Amayo (atriz de teatro), Herval Rossano (ator de teatro), Francisco Dantas (empresario de teatro), Ariel Misiara (atriz de teatro), Rodolfo Arena (ator de teatro), Armando Rosas (ator de teatro), Siwa (estrela de cinema), Paulo Celestino (locutor de TV), Angelito Mello (diretor de TV), Wilson Grey (assistente do diretor de cinema), Moacyr Derriquem (galã de cinema), Nena Napoli (atriz de cinema), Zélia Guimarães (enfermeira), Martim Francisco (assistente do diretor TV), Alberico Bruno (diretor de cinema), Almeidinha (locutor de rádio), Heitor Dias (pensionista do Salomão), Grijó Sobrinho (ator de rádio-novela), Roberto Piola (assistente de costureiro)
Sinopse: Belizário é um jovem interiorano que, após vencer um concurso em sua cidade, chega ao Rio de Janeiro, então capital do país, para tentar uma carreira teatral. Apesar de dono de uma memória prodigiosa, não consegue triunfar; termina trabalhando no teatro mas como faxineiro... até que um dia, por puro golpe de sorte, revela-se um grande ator cômico.

SAMBA EM BRASÍLIA - 1960 - Brasil / Rio de Janeiro - 110 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção: Watson Macedo
Companhia produtora: Cinedistri
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Diretor geral de produção. Elias Lourenço de Souza - Gerente de produção: Roberto Machado - Assistente de produção: Almeidinha - Assistentes de direção: Riva e Geraldo Miranda - Argumento, roteiro e diálogos: Watson Macedo e Ismar Porto - Fotografia: Ugo Lombardi - Câmera: Afonso Viana - Foco: Fernando Botelho - Cenografia: Watson Macedo e Mauro Monteiro - Guarda roupa: Elia Macedo - Montagem: Watson Macedo e Dickson Macedo - Som: Alberto Viana - Coreografia: Lagracia-Mercedes Batista - Música: Severino Araújo - Anotadora: Eneyd Maria Neiva - Estúdios: Watson Macedo Produções Cinematográficas
Números musicais:
"Samba em Brasília" (Bené Nunes e Marino Pinto) com Eliana Macedo e Bené Nunes;
"Tudo é ilusão" (Haníbal da Silva, Éden Silva e Tufic Lauár) com Odete Amaral;
"Brasil, fonte das artes" (Djalma Costa, Éden Silva e Nilo Moreira), com a Escola de Samba;
"Novo dia" (Éden Silva, Djalma Costa e Oldemar Magalhães) com a Escola de Samba;
"Fechei a porta" (Sebastião Mota e Francisco Santos) com Herval Rossano com a Escola de Samba ;
"Favela amarela" (Jota Júnior e Oldemar Magalhãea) com Aracy Costa e
"Não quero mais amar" (Johnnie Ray, versão brasileira de Ramalho Neto) com Francisco Carlos.
Intérpretes: Eliana Macedo (Tereza), Herval Rossano (Valdo), Geraldo Mayer (Ricardo), Heloísa Helena (Eugênia), Sérgio de Oliveira (Wladimir), Nancy Wanderley (Albertina), Humberto Catalano (Rodolfo), Valença Filho (Jorge), Darcy Coria (Virgínia), Paulo Celestino (Dagô), Norma de Andrade (Beatriz), Henriqueta Brieba (Clotilde), Georgette Villas (Jurema), Zení Pereira (dona Maria), Carmen Montel (Ivete), Alvarino Pereira (seu Matias), Chiquinho (Giló), Bené Nunes, Odete Amaral, Aracy Costa, Francisco Carlos, Escola de Samba
Sinopse: Tereza, jovem e bonita sambista do morro, vai trabalhar para uma família da alta sociedade carioca, e quase esquece sua gente e suas raízes. Quase... porque, depois de estar por noivar com um jovem da família onde trabalha, volta ao seu morro, ao seu samba, ao seu amor.
Prêmios: Destaque no Festival de Cinema de Poços de Caldas, Minas Gerais, 1960.

A VIÚVA VALENTINA - 1960 - Brasil / Rio de Janeiro - 86 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção, argumento, roteiro, diálogos e adaptação cinematográfica: Eurides Ramos
Companhia produtora: Cinedistri
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Produtores associados: Alípio Ramos e Eurides Ramos - Direção geral de produção: Alípio Ramos - Assistente de produção: João Macedo - Fotografia e montagem: Hélio Barrozo Netto - Câmera: Antônio Gonçalves - Assistente de câmera: José Assis Araújo - Guarda roupa: Euracy Santos - Cenografia: Wilson Monteiro e Benedito Macedo - Som: Antônio Gomes - Coreografia: Helba Nogueira - Contra-regra: Vinicio Silva - Música: Radamés Gnatalli - Direção de números musicais: Jorge Duseck - Anotadora: Arlete Lester - Estúdios: Atlântida Cinematográfica
Números musicais:
"És tudo para mim" (Nelson Gonçalves e Pedro Moacyr) com Nelson Gonçalves e
"Ai, Diana" (Costa Neto) com o Trio Irakitan.
Intérpretes: Dercy Gonçalves (viúva Valentina), Jayme Costa (doutor Saraiva), Humberto Catalano (Figueiredo), Herval Rossano (Mário), Francisco Dantas (doutor Laurindo), Mara di Carlo (Gilda), Wilson Grey (Geraldo), Alfredo Viviani (o turco), Duarte de Morais (o português), Farnetto (o médico), Sônia Moraes (secretária), Dorita Morais (secretária), Azelita Ivantes (freguesa), Terezinha Fagundes (vizinha), Maria Amélia (vizinha)
Sinopse: Valentina (Dercy Gonçalves) é uma viúva que, para sobreviver, trabalha duro como costureira. A única herança do marido foram 10 ações de uma empresa de São Paulo que, depois de um período de dificuldades, torna-se poderosa, razão pela qual as 10 ações de Valentina valem ouro... Para consegui-las os dois adversários pelo controle da empresa chegam a um verdadeiro leilão, mas, no fim, o concorrente viúvo leva a melhor, pois conquista o coração da viúva acionista.

SAI DESSA... RECRUTA! - 1960 - Brasil / Rio de Janeiro - 88 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção e montagem: Hélio Barrozo Netto
Companhia produtora: Cinedistri
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produção: Oswaldo Massaini - Produtor associado: Hélio Barozo Netto e Alípio Ramos - Assistente de produção: Ruben de Abreu Pinheiro e João Macedo - Assistente de direção: Ivan Ribeiro Barbosa - Argumento baseado numa idéia oroginal de Ivan Ribeiro Barbosa - Cine-Comédia de Alípio Ramos e Hélio Barrozo Netto, com a colaboração nos diálogos de Meira Guimarães - Fotografia: Jiri Dusek - Câmera: Ângelo Rivas - Assistente de câmera: Hilton Borges - Cenografia: Wilson Monteiro - Contra-regra: Vinicius Lopes da Silva - Som: Celso Muniz - Música: Radamés Gnatalli
Canção:
"Banana não tem caroço" (Oscar Castro Neves e Meira Guimarães)
Intérpretes: Ankito, Consuelo Leandro, Mário Tupinambá, Renato Restier, Jorge Loredo, Maria Vidal, Francisco Dantas, Alfredo Viviani, Duarte de Morais, Martim Francisco, Paulo Roberto da Silva, Grijó Sobrinho, Rafael de Carvalho, Valença Filho, Francisco Martorelli, Arthur Sanches, Pato Preto
Sinopse: Soldado trapalhão em dificuldades financeiras leva a mulher e o cunhado para morarem com ele no quartel.
Observações: Agradecimentos ao Exmo.Sr.Marechal Odylio Denys-D.D.Ministro da Guerra, que proporcionou a oportunidade de realizar este filme no 2º R.I.sob o comando do Coronel Walter Menezes Paes.

A MOÇA DO QUARTO 13 (GIRL IN ROON 13) - 1960 - Brasil / São Paulo e USA / Hollywood - 82 minutos - Drama - Colorido
Direção: Richard E. Cunha
Companhia produtora: Cinedistri / Sinofilmes (São Paulo) / Layton Film Productions (Hollywood)
Companhia distribuidora: Cinedistri
Co-produção: Oswaldo Massaini - Produtores: Konstantin Tkaczenko, Michel Lebedka, Oswaldo Massaini e Marc Frederic - Diretor geral de produção: Michel Lebedka - Assistente de produção: Eugênio Owintchenko - Assistente de direção: John Herbert - Argumento, roteiro e diálogos: H. E. Barrie e Ricardo Cunha - Fotografia (Eastmancolor): Konstantin Tkaczenko - Câmera: Geraldo Gabriel - Cenografia: Pierino Massenzi - Guarda roupa: Alice Pievetti - Montagem: Carlos Coimbra - Contra-regra: Fernando Marques - Som: Boris Silistschanu - Música: Gabriel Migliori - Dublagem: Dionizio Azevedo - Assistente de dublagem: Milton Amaral - Estúdios: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Canções:
"Recado" (Djalma Ferreira e Luiz Antônio) e
"Ontem e hoje" (Irany de Oliveira e Getúlio Macedo)
Intérpretes: Brian Donlevy (Steve Marshall), Andrea Bayard (Kitty Herman), John Herbert (Johnny-policial), Victor Merinow (VIctor Marlow), Elizabeth Howard (Elizabeth), Pedro Paulo Hatheyer (Ornelas), Mario Benvenutti (detetive), Nelson Oliveira (detetive Interpol), Leo Avelar (polícia), Ari Ferreira (gangster), Sérgio Varnowsky (gangster), Carmem Marinho (garçonete), Eduardo Tanon (Ladera)
Sinopse: Quadrilha internacional de falsificadores de moedas é perseguida e desbaratada, em território brasileiro, pela polícia norte-americana.

TRÊS COLEGAS DE BATINA (ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU) - 1960 - Brasil / Rio de Janeiro - 85 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção e argumento, baseado numa idéia de João Costa Neto: Darcy Evangelista
Companhia produtora: Watson Macedo Produções Cinematográficas / Cinedistri
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produtor: Oswaldo Massaini - Produção, montagem e supervisão geral: Watson Macedo - Assistente de direção: Ismar Porto - Gerente de produção: Valença Filho e Roberto Machado - Assistente de produção: Almeidinha - Acessor eclesiástico: Frei Leovegildo - Argumento: João Costa Neto - Fotografia: Ugo Lombardi - Câmera: Afonso Viana - Foco: Gordura - MIcrofones: Francisco da Costa - Guarda roupa: Francisca Bezerra - Cenografia: Mauro Monteiro - Contra-regra: Delegado e Ruy Bezerra - Sonografia: Alberto Viana - Continuidade: Eneyd Maria Neiva
Números musicais:
"Semento do amor" (Ary Barroso e Luiz Goulart, com arranjo de Severino Filho), com o Trio Irakitan;
"Pior pra você" (Evaldo Gouveia e Almeida Rego), com Telma Elita;
"Porque sonhos" (José Evangelista), com Marilda e seu conjunto;
"Nunca mais" (José Evangelista), com Marilda e seu conjunto;
"Flamengo" (folclore espanhol) com Telma Elita;
"Quem tem fé" (Edson FRança e João da Costa Neto), com o Trio Irakitan;
"Cuore ingrato" (canção napolitana) com Alexandre Berlucci;
"Magnífica" (Pedro Virgínio Vistoral) com os Pequenos Cantores da Guanabara e
"Ave Maria" (Renzo Lamberto) com o Trio Irakitan.
Intérpretes: Eliana Macedo Celina), Trio Irakitan-Edinho (padre Jeremias), Joãozinho (padre Rafael), Gilvan (padre Mateus), Herval Rossano (Aloisio), Augusto César Vanucci (Jayme), Edmundo Maia (frei Martinho), Paulo Roberto (doutor Pedro), Nelson Vaz (frei Felipe), Ângelo Labanca (frei Xavier), Renato Murce (padre guardião), Chiquinho (frei Querubim), Mozael Silveira (Zé Pedro), Telma Elita (Gilda), Valença Filho (Bonfim), Angelito Mello (Alonir), Armando Ferreira (Alberto Machado), Nelly Costa (Esperança), Iara Lex (Luizinha), Valença Neto (Joãozinho), Joel Vaz (Rodolfo), Ronaldo Antunes (Betinho), Renée Brown (Marina), Margot Mello (Dulce), Carmen Montel (Ruth), Isa Rodrigues (mulher da rádio), Sônia Magalhães ( Fru-Fru), Astorga Nagre (gaiato da Caixa Econômica), Rodolfo Berghirchnez (frei Tomaz), Rosa Sandrini (Beatriz), Malena (Renata), Augusta Moreira (Maria), Ariel Dantas (play boy), Turquinho (Zé Sardinha), Samuel dos Santos (Sebastião), Clelia Dávila (caloura do Ary), Shirley Munhoz (funcionária pagadora), Maravilha (barman), Alexandre Berlucci (cantor TV), Arthur Sanches (velho morre), Adriano Samailoff (frei Adriano), Rodolfo del Rio (garçon), Ary Barroso (Ary Barroso), Zezé Macedo (funcionária da Caixa Econômica), Humberto Catalano (Nagib), Otelo Zeloni (comunista), Abelardo Barbosa-Chacrinha (fotógrafo), Paulo Celestino (diretor repartição pública), Pequenos cantores da Guanabara, Marilda e seu Conjunto
Sinopse: Três sacerdotes cantores são convencidos por uma jovem a cantarem, disfarçados, para ajudar a obra de um frade cuja pastoral se desenvolve numa favela, e que luta pela sua urbanização.
Prêmios: Destaque no Festival de Cinema de Poços de Caldas, Minas Gerais, 1961. Menção Honrosa (Trio Irakitan), troféu Jornal Diário Carioca, Rio de Janeiro, 1961.

VIROU BAGUNÇA - 1960 - Brasil / Rio de Janeiro - 90 minutos - Comédia - Preto e branco
Direção, produção e montagem: Watson Macedo
Companhia produtora: Watson Macedo Produções Cinematográficas / Cinedistri
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produtor associado: Oswaldo Massaini - Diretor de produção: Elias Lourenço de Souza - Gerente de produção: Valença Filho - Assistente de produção: Roberto Machado - Assistente de direção: Eliana Macedo e Ismar Porto - Argumento, roteiro e diálogos: Watson Macedo, Ismar Porto e Meira Guimarães - Fotografia: Ugo Lombardi - Câmera: Afonso Viana - Foco: José Figueiredo Pires - Cenografia: Watson Macedo e Mauro Monteiro - Assistente de montagem: Dickson e Geny Macedo - Microfones: Zéquinha - Som: Alberto Viana - Música: Lírio Panicalli
Números musicais:
"Eu vim morar no Rio" (Hianto de Almeida);
"Na hora de sambar" (Miguel Gustavo);
"Brasilina" (Ayres Viana e Murillo Viieira);
"Canção da aranha" (Edson França e Costa Netto);
"Não há" (Leduvy de Pina, Almeidinha e Zilda do Zé);
"Corocotum" (Venâncio e Corumba);
"Tenho você" (Almeidinha e Carlos Gonzaga);
"Pensar... professor" (José Costa e Fernandinho);
"Índio quer apito" (Haroldo Lobo e Milton de Oliveira);
"Cantareira" (Barbosa da Silva e Elói de Almeida);
"Lago dos cisnes" (Tchaikovski);
"Ozébio" (Braguinha);
"Mustafá" (Bob Azzam e Edie Barclay, versão de Edson França);
"Quero morrer no carnaval" (Luiz Antônio e Eurico Campos);
"Não teve graça" (Aldacyr Louro e F. Rodrigues).
Intérpretes: Trio Irakitan (Trio Gerimum), Nádia Maria (Marli), Zezé Macedo (Biluca), Valença Filho (Josias), Roberto Duval (doutor Granada), Mozael Silveira (Napoleão), Paulo Celestino (Walter), Angelito Mello (empresário), Abelardo Barbosa (Chacrinha), Átila Iório (detetive), Vicente Marchelli (médico do hospício), Albérico Bruno (Nero), Adolfo Machado (Ademar), Ayrton Ventura (primeiro barbudo), Fernando Ramos (segundo barbudo), Nena Napoli (vedete de teatro), Rosa Sandrini (freguesa do restaurante), Gonzaga Vasconcelos (rapaz da TV), Zé Bacurau (deputado nordestino), Zé Praxedes (doutor Kleber), Roberto Yago (artista de teatro), Ademar Montila (louco do trio), Tony Júnior (garçom), Sérgio Vieira (segundo enfermeiro), Olindo Machado (freguês), Mário Silva (freguês), Ronaldo Granado (boy do teatro), Nicolino Cupello, Walter Levita, (diretor de TV), Emilinha Borba, Zilda do Zé, Linda Batista, Francisco Carlos, César de Alencar, Aracy Costa, Antônio Carlos, Paulo Gonzaga
Sinopse: História das loucas e improváveis aventuras do Trio Gerimum que chega ao Rio de Janeiro para fazer sucesso. Oportunidade para sátira de costumes, especialmente dos maus costumes políticos.

ASSASSINATO EM COPACABANA - 1961 - Brasil / Rio de Janeiro - 94 minutos - Drama - Preto e branco
Direção: Eurides Ramos
Companhia produtora:Cinelândia Filmes / Cinedistri
Companhia distribuidora: Nova América Filmes / Cinedistri
Produtor: Alípio Ramos Eurides Ramos - Produtor executivo: Osvaldo Massaini - Produtor associado: Livio Bruni - Assistente de produção: Valença Filho - Assistente de direção: Roberto MAchado - Argumento: Abílio Pereira de Almeida e e Eurides Ramos - Fotografia e corte: Hélio Barrozo Netto - Assistente de câmera: Paulo Casablanca - Cenografia: José Cajado Filho - Montagem: Mário del Rio - Sonografia: Alberto Viana - Música: Enrico Simonetti - Regência: Radamés Gnatalli - Estúdio: Cinédia
Canções:
"Demais" (Antônio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira), com Silvinha Telles;
"Felicidade" (Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes)
Intérpretes: Mária Pétar, John Herbert, Milton Moraes, Norma Blum, Cláudio MacDowell, Aline Silva, Mário Lago, Herval Rossano, Julieta Santos, Hamilton Ferreira, Sebastião Vasconcelos, Hulda Machado, Pery Salles, Francisco Dantas, Edson Campos, Helmício Fróes, Maria Cristina, Leila Cavalcanti, Zélia Guimarães, Yolanda Fronzi, Alberico Bruno, Manon Kroff, Noel Carlos, Adalberto Silva, Aguinaldo Rocha, Antenor Gallotti, Eurico de Almeida, Silvinha Telles
Sinopse: Moça de origem humilde, tentando fazer carreira artística, deixa-se envolver por um grupo de marginais sofisticados.

O PAGADOR DE PROMESSAS - 1962 - Brasil / São Paulo - 95 minutos - Drama - Preto e branco
Direção, fotógrafo de cena e roteiro (adaptação da homônima peça teatral de Dias Gomes): Anselmo Duarte
Companhia produtora: Cinedistri
Companhia distribuidora: Cinedistri
Produtor: Oswaldo Massaini - Gerente de produção: Roberto Ribeiro - Assistente de produção: José Teles e Ruy Rosado - Assistentes de direção: José Teles - Fotografia: Henry Chick Fowle - Câmera: Geraldo Gabriel - Assistente de câmera: Marcial Alfonso Fraga - Cenografia: José Teixeira de Araújo - Montagem: Carlos Coimbra - Sonografia: Carlos Foscolo - Assistente de som: Juarez Costa - Música e regência: Gabriel Migliori - Continuidade: Adelice Araújo - Laboratório: Rex Filme
Canções:
"Cisne branco" (Antônio M.E.Santo e Benedito X.de Macedo),
"Dorinha meu amor" (José Francisco de Freitas) e
"Exaltação à Bahia" (Chianca de Garcia e Vicente Paiva)
Intérpretes: Leonardo Vilar (Zé do Burro), Glória Menezes (Rosa), Dionísio Azevedo (padre Olavo), Geraldo del Rey (bonitão), Norma Bengell (Marli), Roberto Ferreira (Dedé), Othon Bastos (reporter), Gilberto Marques (galego), Carlos Torres (monsenhor), Antônio Pitanga (Mestre Coca-capoeira), Milton Gaúcho (guarda), João Desordi (detetive), Irenio Simões (secretário do jornal), Enock Torres (delegado de polícia), Maria Conceição (minha tia-Mãe de Santo), Walter da Silveira (bispo), Napoleão Lopes Filho (bispo), Velvedo Diniz (sacristão), Cecília Rabelo (beata), Jurema Penna (beata), Alair Liguori (beata), Canjiquinha e sua Academia de Capoeira, e o povo de Salvador da Bahia.
Sinopse: O filme é a transcrição do texto teatral de Dias Gomes, que procura analisar as relações entre religiosidade popular e religiosidade oficial, sobretudo observando o conflito cultural de valores não aceitos pela religião "oficial" do Brasil, a católica
Observações: Filmado em Salvador, estado da Bahia. Estréia no cinema do ator Othon Bastos.
Prêmios:
(INTERNACIONAIS) - Palma de Ouro no Festival de Cannes, França (Melhor longa-metragem), 1962; - Festival Internacional de São Francisco, Estados Unidos (Melhor filme) prêmio Darius Milhaud e melhor música (Golden Gate),1962; - Prêmio Sapatos Viejos, Festival de Cartagena, Colômbia, 1962; - Prêmio Cabeza de Palanque, Festival de Acapulco, México, 1962; - Prêmio Especial de Bucareste, Romênia, 1962; - Prêmio Crític's Award, Festival Internacional de Edimburgo, Escócia (Diploma de mérito), 1962; - Menção Honrosa, Festival de Sestri-Levante, Itália, 1962; Menção Especial, Festival de Locarno, Suiça, 1962; - Menção Honrosa, Festival de Toronto, Canadá, 1962; - Menção Honrosa, Festival de Karlovy-Vary, Tchecoslováquia, 1962; - Menção Especial, Festival de Moscou, Russia, 1962; Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, Hollywood, EUA, 1963.
(NACIONAIS) - Melhor filme, produtor (Oswaldo Massaini), ator (Leonardo Villar) e prêmio especial (Anselmo Duarte e Dias Gomes), prêmio Saci, São Paulo, 1962; - Melhor filme, produtor (Oswaldo Massaini), diretor, ator (Leonardo Villar) e argumento (Dias Gomes), prêmio Governador do Estado de São Paulo, São Paulo, 1962; - Melhor filme, diretor, ator (Leonardo Villar), atriz (Norma Bengell), ator secundário (Geraldo del Rey) e revelação (Glória Menezes), V Festival de Cinema de Curitiba, Paraná, 1962; - Melhor diretor, ator (Leonardo Villar), atriz (Glória Menezes), ator secundário (Roberto Ferreira), menção honrosa (Norma Bengell), argumento (Dias Gomes), fotografia (H.C.Fowle), composição (Gabriel Migliori) e edição (Carlos Coimbra), prêmio Cidade de São Paulo, Júri Municipal de Cinema, São Paulo, 1962; - Melhor filme, diretor, ator (Leonardo Villar) e atriz (Glória Menezes), troféu Cinelândia, Rio de Janeiro, 1962.

CURIOSIDADES
-A idéia do filme começou numa noite quente do verão de 1961, quando Anselmo Duarte foi ao TBC assistir à peça de Dias Gomes, encenada por Flávio Rangel, com Leonardo Vilar e Natália Timberg nos papéis principais.

-Para obter os direitos de filmagem, Anselmo Duarte teve de vencer a resistência do teatr&oac